Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Dados

Setor de embalagem apresenta crescimento de 6,8% no segundo trimestre de 2021

ABRE divulgou os números do Estudo Macroeconômico da Embalagem e Cadeia de Consumo no Brasil

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Setor de embalagem apresenta crescimento de 6,8% no segundo trimestre de 2021

A produção física de embalagens cresceu 6,8% no segundo trimestre de 2021 em comparação ao mesmo período do ano passado, com destaque para as embalagens de vidro que cresceram 23,7%, seguido de embalagens metálicas que avançaram 18,3%. Os dados são do Estudo ABRE Macroeconômico da Embalagem e Cadeia de Consumo no Brasil, sob a chancela do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV), que foi apresentado por Aloisio Campelo Junior,  superintendente de Estatísticas Públicas e Rodolpho Tobler, pesquisador, ambos membros do grupo de análise conjuntural do FGV IBRE. Os resultados do Estudo ABRE foram divulgados no dia 19 de agosto para todo o setor.

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Em relação à indústria de bens de consumo, todos os setores selecionados apresentaram queda no acumulado de 2021, e os fatores que influenciaram esse desempenho foram o nível de confiança do consumidor na economia, a alta da inflação e a redução do valor do auxílio emergencial.

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Em relação ao consumo das famílias, em segmentos usuários de embalagem, o crescimento foi de 1,2% no segundo trimestre de 2021, em comparação ao trimestre anterior.

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De acordo com o Estudo ABRE, o cenário para 2021 e 2022 ainda é de crescimento, embora a expectativa é que 2022 seja um ano mais difícil. Os dados apontam que o PIB da indústria de embalagem fechará 2021 com taxa de crescimento de 4,8% em comparação a 2020 e a previsão para 2022 é que haja um crescimento mais tímido, em torno de 1,7%, quando comparado a 2021.

dados 4

 O Estudo ABRE trouxe ainda tendências importantes que devem ser observadas e que podem afetar o desempenho da economia brasileira, como por exemplo, o retorno parcial aos escritórios, algumas empresas ainda vão manter o home office ou vão incorporar um sistema híbrido, o avanço do e-commerce, que ganha cada vez mais espaço, a variante Delta da Covid-19 que atinge muitos países e pode provocar uma leve desaceleração no Brasil e o risco enérgico.

Em relação ao emprego, assim que que percepção sobre a pandemia se tornar mais favorável os serviços presenciais (turismo, serviços pessoais) responderão por uma parcela maior do emprego e do PIB.

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