Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Clima

Última década foi a mais quente da história do Brasil

Os anos de 2015, 2016 e 2019 tiveram as temperaturas médias mais elevadas desde 1961, com influência direta do fenômeno El Niño, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia

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Última década foi a mais quente da história do Brasil

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) apontou que a última década foi a mais quente da história no Brasil. Os anos de 2015, 2016 e 2019 tiveram as temperaturas médias mais elevadas desde 1961, todos com desvios superiores a 0,7ºC acima do normal, com influência direta do El Niño, fenômeno que potencializa o calor em várias regiões do planeta.

De acordo com o levantamento do Inmet, as temperaturas no país têm ficado acima da média histórica desde os anos 1990. A última década, no entanto, foi ainda mais quente, com destaque para 2015 e 2019.

O instituto apurou os desvios de temperatura média do ar dos últimos 60 anos no país, de acordo com dados das estações meteorológicas pertencentes ao órgão e espalhadas por todo território nacional.

Segundo o Inmet, entre 1961 e 1970 e de 1971 e 1980, o desvio de temperatura (a diferença entre o observado e a climatologia) foi de -0,5ºC. De 1981 a 1990, o índice subiu para -0,3ºC e ficou neutro de 1991 a 2000. A partir daí foram registradas seguidas elevações. Entre 2001 e 2010 os desvios foram de 0,3ºC e chegaram a 0,5ºC, em média, de 2011 a 2020.

O ano de 2015 foi o mais quente, com desvio de 0,9ºC, índice registrado também em 2019. Em 2016, o desvio foi de 0,7ºC. O ano de 2021 aparece na 12ª posição entre os maiores valores de desvios de temperatura média do ar, com 0,4ºC.

Mesmo assim, o mês de setembro de 2021 foi mais quente que o de 2015, com variação de 1,8ºC na temperatura contra 1,6ºC. Nos demais meses, a temperatura foi mais amena.

A elevação da temperatura média está ligada ao aquecimento global e ao aumento das emissões de gases do efeito estufa, segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

Recentemente, a entidade publicou um levantamento mostrando que 2021 foi um dos sete anos mais quentes já registrados de todo o planeta, mesmo com a influência do La Niña, fenômeno que contribui para o arrefecimento da temperatura média global.

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