Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,58 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,35 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 160,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,84 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,44 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,33 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,28 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 133,11 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 144,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 124,06 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,31 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 155,66 / cx
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Clima

Última década foi a mais quente da história do Brasil

Os anos de 2015, 2016 e 2019 tiveram as temperaturas médias mais elevadas desde 1961, com influência direta do fenômeno El Niño, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia

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Última década foi a mais quente da história do Brasil

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) apontou que a última década foi a mais quente da história no Brasil. Os anos de 2015, 2016 e 2019 tiveram as temperaturas médias mais elevadas desde 1961, todos com desvios superiores a 0,7ºC acima do normal, com influência direta do El Niño, fenômeno que potencializa o calor em várias regiões do planeta.

De acordo com o levantamento do Inmet, as temperaturas no país têm ficado acima da média histórica desde os anos 1990. A última década, no entanto, foi ainda mais quente, com destaque para 2015 e 2019.

O instituto apurou os desvios de temperatura média do ar dos últimos 60 anos no país, de acordo com dados das estações meteorológicas pertencentes ao órgão e espalhadas por todo território nacional.

Segundo o Inmet, entre 1961 e 1970 e de 1971 e 1980, o desvio de temperatura (a diferença entre o observado e a climatologia) foi de -0,5ºC. De 1981 a 1990, o índice subiu para -0,3ºC e ficou neutro de 1991 a 2000. A partir daí foram registradas seguidas elevações. Entre 2001 e 2010 os desvios foram de 0,3ºC e chegaram a 0,5ºC, em média, de 2011 a 2020.

O ano de 2015 foi o mais quente, com desvio de 0,9ºC, índice registrado também em 2019. Em 2016, o desvio foi de 0,7ºC. O ano de 2021 aparece na 12ª posição entre os maiores valores de desvios de temperatura média do ar, com 0,4ºC.

Mesmo assim, o mês de setembro de 2021 foi mais quente que o de 2015, com variação de 1,8ºC na temperatura contra 1,6ºC. Nos demais meses, a temperatura foi mais amena.

A elevação da temperatura média está ligada ao aquecimento global e ao aumento das emissões de gases do efeito estufa, segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

Recentemente, a entidade publicou um levantamento mostrando que 2021 foi um dos sete anos mais quentes já registrados de todo o planeta, mesmo com a influência do La Niña, fenômeno que contribui para o arrefecimento da temperatura média global.

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