FPA se pronuncia sobre Plano Safra: alerta sobre o endividamento da agropecuária nacional
A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) reconhece os esforços do governo federal no aumento do montante do Plano Safra 24/25 e no crescimento dos recursos destinados à agricultura familiar, especialmente…
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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) reconhece os esforços do governo federal no aumento do montante do Plano Safra 24/25 e no crescimento dos recursos destinados à agricultura familiar, especialmente na redução das taxas de juros. No entanto, a FPA destaca algumas preocupações:
- Risco de Endividamento: Existe um aumento percebido no risco de endividamento do setor agropecuário. Apesar do anúncio do Plano Safra, não houve novidades significativas em termos de recursos adicionais, e as taxas de juros não foram reduzidas na mesma proporção da queda da taxa Selic, o que pode impactar a inadimplência.
- Custos Efetivos Elevados: A exemplo do Pronaf, que apresenta uma taxa nominal de juros baixa, os custos efetivos do empréstimo são consideravelmente elevados devido a outros encargos como seguros, registros e custos adicionais, resultando em uma taxa efetiva muito superior à nominal.
- Diálogo e Políticas Públicas: A FPA enfatiza a importância do diálogo contínuo com o governo federal para representar adequadamente as necessidades do setor agropecuário. É crucial que as políticas públicas não se limitem apenas a considerações econômicas, mas também abordem aspectos como segurança jurídica e proteção da propriedade.
- Segurança e Política de Estado: O setor agropecuário necessita de um ambiente que ofereça maior segurança jurídica e proteção ao direito de propriedade, sem interferências ou incertezas que possam afetar sua operação e crescimento sustentável.
Esses pontos destacam as preocupações da FPA em relação ao atual cenário e às políticas adotadas pelo governo federal, visando garantir um ambiente favorável para o desenvolvimento do agronegócio no Brasil.
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