Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Mercado

Suinocultura independente em SC registra aumento de 39% nos preços

Após três anos de crise, produtores catarinenses comemoram recuperação no valor pago pelo quilo do suíno e queda nos custos de insumos O mercado de suínos independentes em Santa Catarina…
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Suinocultura independente em SC registra aumento de 39% nos preços

Após três anos de crise, produtores catarinenses comemoram recuperação no valor pago pelo quilo do suíno e queda nos custos de insumos


O mercado de suínos independentes em Santa Catarina encerrou setembro com um aumento expressivo de 39% no preço pago ao produtor, saindo de R$ 6,17 no início do ano para R$ 8,56 no final do mês, segundo informações do presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Losivanio Luiz de Lorenzi. Esse crescimento significativo contrasta com a média de 14% de aumento registrada pelas grandes indústrias integradas no mesmo período, como Aurora e Pamplona, cujas cotações passaram de R$ 5,32 para R$ 6,25 por quilo.

O cenário favorável também foi impulsionado pela queda nos preços dos principais insumos. De janeiro a setembro, o custo do milho diminuiu 4%, e o farelo de soja registrou uma queda de 9%, resultando em uma margem mais positiva para os produtores. A combinação de preços elevados e custos reduzidos tem possibilitado que o setor comece a recuperar parte das perdas acumuladas durante o período de crise, embora ainda haja um passivo a ser quitado pelos suinocultores independentes.

Além disso, o mercado externo de carne suína de Santa Catarina apresentou um desempenho positivo, com um acréscimo de 25 mil toneladas nas exportações de janeiro a agosto. Esse aumento reforça a competitividade do estado, que responde por uma parte significativa das vendas do Brasil, impulsionadas pela alta sanidade do rebanho catarinense. “Temos que manter a biosseguridade nas propriedades e evitar qualquer risco sanitário, especialmente em um momento em que muitos países enfrentam a Peste Suína Africana”, ressaltou Lorenzi, reforçando a necessidade de cuidados redobrados nas granjas.

Fonte: ACCS

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