Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Mercado

Suinocultura independente em SC registra aumento de 39% nos preços

Após três anos de crise, produtores catarinenses comemoram recuperação no valor pago pelo quilo do suíno e queda nos custos de insumos O mercado de suínos independentes em Santa Catarina…
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Suinocultura independente em SC registra aumento de 39% nos preços

Após três anos de crise, produtores catarinenses comemoram recuperação no valor pago pelo quilo do suíno e queda nos custos de insumos


O mercado de suínos independentes em Santa Catarina encerrou setembro com um aumento expressivo de 39% no preço pago ao produtor, saindo de R$ 6,17 no início do ano para R$ 8,56 no final do mês, segundo informações do presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Losivanio Luiz de Lorenzi. Esse crescimento significativo contrasta com a média de 14% de aumento registrada pelas grandes indústrias integradas no mesmo período, como Aurora e Pamplona, cujas cotações passaram de R$ 5,32 para R$ 6,25 por quilo.

O cenário favorável também foi impulsionado pela queda nos preços dos principais insumos. De janeiro a setembro, o custo do milho diminuiu 4%, e o farelo de soja registrou uma queda de 9%, resultando em uma margem mais positiva para os produtores. A combinação de preços elevados e custos reduzidos tem possibilitado que o setor comece a recuperar parte das perdas acumuladas durante o período de crise, embora ainda haja um passivo a ser quitado pelos suinocultores independentes.

Além disso, o mercado externo de carne suína de Santa Catarina apresentou um desempenho positivo, com um acréscimo de 25 mil toneladas nas exportações de janeiro a agosto. Esse aumento reforça a competitividade do estado, que responde por uma parte significativa das vendas do Brasil, impulsionadas pela alta sanidade do rebanho catarinense. “Temos que manter a biosseguridade nas propriedades e evitar qualquer risco sanitário, especialmente em um momento em que muitos países enfrentam a Peste Suína Africana”, ressaltou Lorenzi, reforçando a necessidade de cuidados redobrados nas granjas.

Fonte: ACCS

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