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Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,97 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,75 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 156,60 / cx
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 148,58 / cx
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Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 180,12 / cx
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Pesquisa

Pesquisa do Instituto de Zootecnia foca em nutrição de suínos sem antibióticos

Com mercado aquecido e projeções de crescimento para 2025, a produção de suínos no Brasil deve chegar a cerca de 5,53 milhões de toneladas neste ano, de acordo com o…
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Pesquisa do Instituto de Zootecnia foca em nutrição de suínos sem antibióticos

Com mercado aquecido e projeções de crescimento para 2025, a produção de suínos no Brasil deve chegar a cerca de 5,53 milhões de toneladas neste ano, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/USP). Para que o Brasil se mantenha entre os maiores produtores e exportadores de carne suína no mundo, deverá seguir à tendência de produção sustentável e não utilização de antibióticos.

O Instituto de Zootecnia (IZ-Apta), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, tem investido em pesquisas para produção de suínos mais sustentável, contribuindo principalmente para melhoria na nutrição de leitões na fase de creche.

Segundo o pesquisador Fábio Enrique Lemos Budiño, o projeto “Resposta fisiológica de leitões desmamados suplementados com bacteriocina nisina e ácidos graxos de cadeia média”, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), “avalia o efeito da adição da bacteriocina nisina e de ácidos graxos de cadeia média (AGCM) em dietas iniciais sobre o desempenho, incidência de diarreia, parâmetros sanguíneos, microbioma, histologia intestinal e mediadores inflamatórios”.

“O desmame é uma fase de grande estresse para os leitões, além da separação da mãe, ocorre a mudança de ambiente, a passagem da alimentação líquida para sólida, e o convívio com outros animais devido a mistura de leitegadas. O uso de aditivos na dieta destes animais estimula o consumo, melhora a digestibilidade e reduz o nível de transtornos alimentares no pós-desmame, melhorando o desempenho dos animais”, destaca Budino.

Com a utilização destes aditivos, é possível evitar a resistência bacteriana e com isso atingir mercados em que o uso de antimicrobianos é proibido, aumentando a exportação de carne e garantindo que o Brasil se mantenha entre os maiores produtores e exportadores de carne suína no mundo.

A nisina é um peptídeo que é produzido por bactérias comuns encontradas no leite, sendo considerada um antibiótico natural contra bactérias Gran-positivas. Ela inibe a multiplicação de bactérias patogênicas influenciando de forma positiva sobre a modulação na microbiota intestinal. Já os acidificantes apresentam atividade antimicrobiana, melhoram a digestão de proteínas, e influenciam positivamente as vilosidades intestinais.

Fonte: GOV SP

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