Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 65,51 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,53 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,71 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,44 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,78 / kg
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Suíno - Estadual RSR$ 5,24 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 155,07 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 160,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 180,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 146,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 169,38 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,66 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,68 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.349,10 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.294,62 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 178,05 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 153,69 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 154,65 / cx
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Sanidade

Mutação viral e mortalidade pressionam rentabilidade da suinocultura Norte-Americana

Saiba mais sobre como a mutação viral e mortalidade estão afetando a rentabilidade da suinocultura nos Estados Unidos

Suinocultura sustentável avança no Agreste com uso de biodigestores e redução de custos nas propriedades

A suinocultura dos Estados Unidos enfrenta um paradoxo produtivo: mesmo com a adoção massiva de tecnologias modernas e protocolos rigorosos de biosseguridade, os índices de mortalidade continuam a corroer as margens de lucro da atividade. Surtos recentes de enfermidades em polos estratégicos como Iowa e Minnesota evidenciam que a evolução dos patógenos segue desafiando a indústria. Segundo Joel DeRouchey, especialista da Universidade Estadual do Kansas, a situação atingiu níveis de epidemia financeira, com estatísticas alarmantes indicando que aproximadamente um terço dos suínos iniciados no sistema produtivo jamais chega ao mercado.

O cerne do problema reside na capacidade de adaptação biológica dos vírus, especialmente o da Síndrome Reprodutiva e Respiratória dos Suínos (PRRS). “A realidade é que algumas cepas da PRRS sofrem mutações ao longo do tempo, encontrando maneiras de sobreviver mesmo à medida que implementamos tecnologias e protocolos melhores”, explica DeRouchey. Essa persistência viral forçou uma mudança de paradigma na avaliação econômica das granjas. Brad Lawrence, da Novus International, destaca que o foco mudou da simples contagem do tamanho da ninhada para a análise da “carne suína produzida ao longo da vida útil da porca”, uma métrica que considera a longevidade da matriz e a taxa de sobrevivência dos leitões até o abate.

Estratégias de Mitigação: Nutrição e Imunidade

Para blindar o plantel e reverter os prejuízos, a indústria intensificou as pesquisas em duas frentes principais: a segurança do alimento e o manejo da transição das matrizes. Alex Hintz, gerente de serviços técnicos da Novus, aponta que o setor investiga o uso de aditivos na ração capazes de neutralizar vírus como o da PRRS e da Diarreia Epidêmica Suína (PED), impedindo que a dieta se torne um vetor de transmissão.

Paralelamente, o manejo nutricional no período crítico entre a gestação e a lactação ganhou prioridade. Laura Greiner, da Universidade Estadual de Iowa, alerta que essa janela temporal é onde ocorrem as maiores perdas de matrizes. Sem o suporte adequado para fortalecer a imunidade nesse estágio, as taxas de descarte involuntário de leitoas e porcas podem atingir 20%, impactando severamente a sustentabilidade financeira do produtor.

Referência: Pork Business

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