Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Grãos

Guerra comercial China-EUA definiu o mercado da soja em 2025 e deve ditar o ritmo de 2026

Explore os efeitos da guerra comercial China-EUA sobre o mercado da soja em 2025 e sua influência esperada para 2026

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Invasões de propriedades rurais crescem em 2026 e reacendem debate sobre segurança jurídica no campo

O ano de 2025 no mercado global da soja foi marcado, sobretudo, pela geopolítica. Embora a produção tenha sido robusta, com colheitas expressivas nos Estados Unidos, Argentina e um recorde histórico de 171,8 milhões de toneladas no Brasil, foram as tensões comerciais entre Washington e Pequim que ditaram a dinâmica dos preços.

A intensificação da “guerra comercial” levou a China a reduzir drasticamente as compras de soja norte-americana a partir de maio, redirecionando a sua procura massiva para o grão brasileiro.

Este cenário geopolítico contrariou as expectativas iniciais de queda de preços devido à superoferta. O Brasil consolidou-se como o fornecedor preferencial do gigante asiático, exportando volumes recordes (entre 108 e 109 milhões de toneladas) e mantendo os prémios de exportação elevados.

Isso sustentou as cotações no mercado físico brasileiro, mesmo com margens apertadas para a indústria doméstica. Na Bolsa de Chicago, contudo, o mercado operou lateralizado (entre 9,50 e 11,50 dólares por bushel), refletindo a fraca procura pelo produto dos EUA, o que inclusive motivou uma migração de área de plantio para o milho na safra norte-americana 2025/26.

Para 2026, a incerteza permanece no horizonte. Acordos recentes sugerem que a China poderá comprometer-se a comprar volumes significativos dos EUA (cerca de 25 milhões de toneladas anuais), o que, a concretizar-se, retiraria a pressão compradora sobre o Brasil.

Com a previsão de uma nova safra recorde brasileira de 178,7 milhões de toneladas, especialistas alertam que, se o fluxo comercial entre as potências se normalizar, o produtor brasileiro poderá não contar com a mesma agressividade na procura externa, exigindo maior disciplina comercial e estratégias de proteção (hedge) mais ativas.

Referência: The Agribiz

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