Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Exportação

México define cota e taxará em 16% excedente de carne suína do Brasil

O Brasil enfrenta desafios com as novas regras do México para isenção tarifária da carne suína a partir de 2026. Confira

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México define cota e taxará em 16% excedente de carne suína do Brasil

A suinocultura brasileira amanheceu nesta terça-feira (06) fazendo contas. O governo do México publicou as novas regras para importação de carnes em 2026, estabelecendo uma cota de isenção tarifária de apenas 51 mil toneladas para a carne suína.

Todo volume que ultrapassar esse limite será taxado com uma alíquota de 16%. A medida vale para países sem acordo de livre comércio, grupo no qual o Brasil figura como principal fornecedor.

O grande desafio é que a cota estipulada é inferior ao patamar atual de comércio. Dados do Ministério da Agricultura mostram que, apenas entre janeiro e novembro de 2025, os frigoríficos brasileiros embarcaram 74,2 mil toneladas de carne suína para o mercado mexicano (faturamento de US$ 181,4 milhões).

Ou seja, se o ritmo de vendas se mantiver, a cota de isenção será consumida rapidamente, e cerca de um terço do volume exportado (ou mais) terá que pagar o imposto de 16% para entrar no país.

Apesar do aperto na margem, o setor mantém o otimismo quanto à manutenção dos negócios. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) avalia que a tarifa de 16% retira competitividade, mas “não torna proibitivo o comércio”, dado o forte apetite mexicano.

A entidade destaca que os embarques cresceram mais de 70% no último ano, comprovando que o produto brasileiro já está consolidado na preferência dos importadores locais, mesmo com barreiras tarifárias parciais. Além dos suínos, o México também definiu uma cota de 70 mil toneladas para carne bovina (com tarifa excedente de 20%) e revogou a isenção para arroz em casca.

Referência: Valor Econômico

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