Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
Destaque Todas Páginas
Exportação

México define cota e taxará em 16% excedente de carne suína do Brasil

O Brasil enfrenta desafios com as novas regras do México para isenção tarifária da carne suína a partir de 2026. Confira

Compartilhar essa notícia
México define cota e taxará em 16% excedente de carne suína do Brasil

A suinocultura brasileira amanheceu nesta terça-feira (06) fazendo contas. O governo do México publicou as novas regras para importação de carnes em 2026, estabelecendo uma cota de isenção tarifária de apenas 51 mil toneladas para a carne suína.

Todo volume que ultrapassar esse limite será taxado com uma alíquota de 16%. A medida vale para países sem acordo de livre comércio, grupo no qual o Brasil figura como principal fornecedor.

O grande desafio é que a cota estipulada é inferior ao patamar atual de comércio. Dados do Ministério da Agricultura mostram que, apenas entre janeiro e novembro de 2025, os frigoríficos brasileiros embarcaram 74,2 mil toneladas de carne suína para o mercado mexicano (faturamento de US$ 181,4 milhões).

Ou seja, se o ritmo de vendas se mantiver, a cota de isenção será consumida rapidamente, e cerca de um terço do volume exportado (ou mais) terá que pagar o imposto de 16% para entrar no país.

Apesar do aperto na margem, o setor mantém o otimismo quanto à manutenção dos negócios. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) avalia que a tarifa de 16% retira competitividade, mas “não torna proibitivo o comércio”, dado o forte apetite mexicano.

A entidade destaca que os embarques cresceram mais de 70% no último ano, comprovando que o produto brasileiro já está consolidado na preferência dos importadores locais, mesmo com barreiras tarifárias parciais. Além dos suínos, o México também definiu uma cota de 70 mil toneladas para carne bovina (com tarifa excedente de 20%) e revogou a isenção para arroz em casca.

Referência: Valor Econômico

Assuntos Relacionados
boletimSIcarne suínamexico
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329