Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Pesquisa

Estudo propõe redução de proteína bruta para diminuir estresse térmico em suínos

Saiba mais sobre como a redução de proteína bruta pode ser uma solução para o estresse térmico em suínos no Brasil

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Exportações de carne suína da União Europeia mantêm estabilidade e somam 4,3 milhões de toneladas em 2025

Enquanto o mercado externo reaquece com a volta da China, o produtor brasileiro enfrenta um inimigo interno silencioso e caro: o clima. Um novo levantamento aponta que o estresse térmico já causa prejuízos anuais estimados entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões à suinocultura nacional. Nos EUA, as perdas somaram US$ 400 milhões em 2024.

O alerta vem do professor Bruno Silva, especialista em bioclimatologia da UFMG, que aponta o ambiente térmico como o principal fator limitante da produção moderna. O problema é biológico: suínos têm poucas glândulas sudoríparas e uma zona de conforto estreita (16°C a 21°C para matrizes). Com as mudanças climáticas intensificando as ondas de calor, e as fêmeas modernas sendo mais produtivas (o que gera mais calor metabólico natural), o animal entra em colapso, reduzindo o consumo de ração.

O pesquisador detalhou o mecanismo fisiológico por trás desse prejuízo econômico: em situações de calor extremo, o organismo do suíno redireciona o fluxo sanguíneo dos órgãos internos para a pele na tentativa de dissipar temperatura. Esse processo causa uma isquemia no trato gastrointestinal, reduzindo a oxigenação e levando à chamada “síndrome do intestino permeável” (leaky gut).

Com a barreira intestinal comprometida, endotoxinas entram na corrente sanguínea, ativando o sistema imunológico desnecessariamente e desviando a energia que deveria ser usada para a produção de leite ou ganho de peso.

A solução, segundo o pesquisador, passa por uma reengenharia da dieta. É preciso reduzir o “efeito termogênico” da alimentação, ou seja, formular rações que gerem menos calor durante a digestão. A estratégia envolve baixar os níveis de proteína bruta e utilizar aditivos específicos para manter a homeostase.

Referência: Compre Rural

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