Com a implantação de uma granja-núcleo de 5 mil matrizes em Canoinhas (SC), a Master Agroindustrial fortalece sua estratégia de expansão, aposta em biossegurança, inovação genética e economia circular para elevar a competitividade da cadeia suinícola
Na SI 330: Genética para crescer com eficiência

Dobrar a presença da marca Sulita nos mercados nacional e internacional exige muito mais do que ampliar a capacidade industrial. Pressupõe investimentos estruturantes capazes de elevar a produtividade, fortalecer a sanidade do rebanho e garantir competitividade em uma cadeia cada vez mais exigente. É com essa visão que a Master Agroindustrial está implantando, em Canoinhas (SC), uma granja-núcleo de genética suína com capacidade para 5 mil matrizes, considerada um dos principais projetos estratégicos da companhia para os próximos anos. Nesta entrevista à Suinocultura Industrial, o médico-veterinário e CEO da empresa, Mario Faccin, detalha como o empreendimento integra genética, biossegurança, sustentabilidade e desenvolvimento dos produtores parceiros, além de analisar os desafios que definirão o futuro da suinocultura brasileira.
Suinocultura Industrial – A nova granja-núcleo representa um investimento estratégico em genética suína. Quais avanços tecnológicos e genéticos a Master espera alcançar com essa unidade e como eles devem impactar o desempenho do plantel?
Mario Faccin – A Master Agroindustrial S.A. é uma empresa com mais de 32 anos, com sede em Videira, Santa Catarina, que atua na produção e processamento de proteína suína em sistema verticalizado, presente nos mercados interno e internacional. Em seu atual programa estratégico, busca expandir sua produção e processamento por meio da marca Sulita, tanto no mercado interno quanto no mercado externo, com o objetivo de dobrar sua presença nesses dois destinos.
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Para dar suporte à produção de suínos necessária para atender a essa demanda, além dos investimentos na indústria, na fábrica de rações e na produção do suíno — matéria-prima essencial ao processo —, também é necessário investir em tecnologias que garantam competitividade ao longo de toda a cadeia. Nesse sentido, um dos pilares é a genética, razão pela qual estamos investindo em um novo núcleo genético de 5.000 matrizes com duas finalidades: promover a melhoria contínua dos indicadores de produção e sanidade e servir de base para a evolução de todo o processo verticalizado, do campo ao cliente final.
Leia a entrevista completa na edição 330 da revista Suinocultura Industrial:
























