Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
Destaque Todas Páginas
Meio Ambiente

Florestas Públicas

Plano contra desmatamento vai criar florestas públicas. Um dos braços principais do plano é composto pelas áreas protegidas.

O plano de ação para prevenção e controle do desmatamento e das queimadas do cerrado que foi ontem (10/09) à consulta pública procura afastar a ideia de transformar o bioma em santuário ecológico. Em suas 152 páginas, o plano lista prioridades divididas em três eixos: controle e monitoramento; áreas protegidas e ordenamento territorial. Trata, por fim, do incentivo a atividades sustentáveis, incluindo o plantio de cana-de-açúcar para a produção de etanol.

Para o conjunto de ações do plano está previsto um investimento de R$ 440,9 milhões. Desse total, R$ 401 milhões virão dos cofres do Meio Ambiente. O restante está classificado como “recursos extras”. Um dos braços principais do plano é composto pelas áreas protegidas e ordenamento territorial. Há previsão de investimento de R$ 17,4 milhões em três anos. A maior fatia dessa verba será destinada para a elaboração de planos de recursos hídricos: R$ 5,18 milhões.

Entre as propostas está a criação de 16 unidades de conservação integral: 6 em Mato Grosso, 5 no Tocantins, 2 em Goiás, 1 na Bahia, 1 no Maranhão e 1 no Piauí. O plano ainda sugere a criação de unidades de uso sustentável: 15 ao todo, distribuídas em Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Bahia e Piauí. Há também previsão para cadastramento e criação de florestas públicas.

Com um histórico de conflitos com o governador Blairo Maggi (MT), grande plantador de soja, o ministério não deixou de citar a cultura como um fator de desmatamento. “No Mato Grosso, o plantio da soja foi iniciado pelos cerrados centrais e migrou para o norte cerca de 500 quilômetros, deslocando a fronteira agrícola. Nesse mesmo período, a área desmatada no Estado aumentou em dimensões semelhantes e de forma progressiva”, diz o texto colocado para consulta.

Outro ponto de destaque é a recuperação de áreas degradadas, com aumento de ofertas de mudas e a disseminação de módulos para uso de múltiplos plantios. Uma das prioridades é desenvolver estudos com espécies nativas, reunindo informações sobre manejo econômico das espécies. A intenção é a de que dados coletados no trabalho sejam usados para nortear políticas de incentivo de manejo na região.

Assuntos Relacionados meio ambiente
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343