Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,87 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,94 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.569,61 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.499,49 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Dólar

Câmbio prejudica agronegócio

Valorização cambial interfere no rendimento do setor, diz SRB. Exportações brasileiras de commodities são as mais atingidas.

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A Sociedade Rural Brasileira (SRB) divulgou no final da semana passada um estudo sobre o impacto da valorização cambial no agronegócio e na economia brasileira. O real obteve uma valorização de 32% frente ao dólar entre dezembro de 2008 até setembro deste ano. O euro, por sua vez, registrou uma valorização de cerca de 8,1% em relação à moeda norte-americana no mesmo período.

Com a volatilidade cambial maior na taxa de troca entre reais e dólares do que entre outras moedas, as exportações agropecuárias brasileiras, especialmente, as commodities, cujo fator preço é preponderante e a taxa de câmbio é fundamental, vêm sofrendo perdas de competitividade e rentabilidade.

“A apreciação cambial (real excessivamente valorizado frente ao dólar) impacta brutalmente o produto rural brasileiro e, se nada for feito em relação ao câmbio, o endividamento rural se agravará”, enfatizou o presidente da Rural, Cesário Ramalho da Silva.Para o Secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, João Sampaio, um dos grandes problemas na questão cambial é que ainda temos juros muito altos, que atraem capital especulativo, interessado em rápida e alta rentabilidade.

A soja, por exemplo, ficou 32% mais cara no mercado internacional. O preço médio da saca de soja (60 kg) cotada na bolsa de Chicago em setembro estava na casa dos US$ 20,60. Levando-se em conta a taxa de câmbio média de dezembro de 2008 (R$ 2,40/US$) a importação por um país de uma saca de soja brasileira custaria US$ 8,60, ao passo que em setembro último, quando a taxa de câmbio média ficou em R$ 1,82/US$, a mesma saca de soja custaria ao importador US$ 11,30.

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