Um projeto de inclusão digital está levando novos hábitos ao homem do campo em Felipe Guerra, no oeste do Rio Grande do Norte.
Inclusão digital para o homem do campo
Redação (20/08/2008)- O agricultor José Miranda foi um dos agricultores da cidade de Felipe Guerra que participaram de um curso promovido pela Escola de Inclusão Digital e Cidadania. É um projeto idealizado pela Emater em parceria com outras dez instituições públicas e privadas.
Em todo o Rio Grande do Norte já são 70 escolas de inclusão digital, distribuídas em 62 municípios. Por ano, as Endex, como são conhecidas, qualificam centenas de pessoas em cursos de informática, que duram cerca de dez semanas. Só em Felipe Guerra já são mais de 250 beneficiados. A maioria são agricultores que agora passam a conhecer as vantagens do mundo virtual.
Os amigos Kleber de Souza e Wellington Soares são alunos da escola de inclusão. Com as aulas, os dois têm rotinas parecidas. Pela manhã, preparam a horta na comunidade rural. À tarde, se encontram com os computadores.
Leia também no Agrimídia:
- •Roberto Cano de Arruda é homenageado em Itu e reforça legado na suinocultura paulista
- •Diálogo entre setor público e privado impulsiona cadeias produtivas de suínos, aves e peixes em MS
- •Sanidade e Agropecuária: Reino Unido intensifica combate à importação ilegal de carne e reforça medidas de biossegurança
- •Avicultura e Exportação: influenza aviária redefine comércio global de frango nos EUA sem colapso dos mercados
“Eu pensava que era mais difícil. Mas não está muito difícil”, disse Souza.
“Na agricultura temos um problema grande que é a questão do atravessador. A gente produz e vende para o atravessador, que repassa para outra cidade. E é a outra cidade quem ganha a fama. Através da informática, quando a internet já for acessível, pretendemos negociar direto”, concluiu Soares.





















