Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Setor de ração projeta receita recorde no ano

As indústrias de ração animal encerraram o primeiro semestre do ano com um crescimento em volume acima do esperado e prevêem para o ano o melhor resultado de sua história.

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Redação (17/08/07) – Projeção feita pelo Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações) projeta para o ano receita de US$ 10,5 bilhões, ante US$ 9,3 bilhões registrados no ano passado. O crescimento, conforme a entidade, ocorrerá graças ao aumento da demanda pelos setores de pecuária bovina e avicultura. 

"Em reais, o crescimento vai ser próximo de 3,5%. Em dólar o aumento será de 10% a 15%, dependendo de como ficará o câmbio neste semestre. Mas certamente ultrapassará US$ 10 bilhões", analisou Gabriel Jorge Neto, segundo vice-presidente do Sindirações. Em volume, a entidade estima um crescimento de 7,4% na produção, para 51,9 milhões de toneladas – outro recorde. A previsão inicial era de um aumento de 6,5%. 

No primeiro semestre, a produção brasileira de rações totalizou 25,16 milhões de toneladas, volume 7,46% superior ao registrado no mesmo intervalo de 2006. De acordo com Gabriel Jorge Neto, o resultado foi favorecido especialmente pelo reaquecimento da bovinocultura. As vendas para este segmento registraram um salto de 19%, para 2,6 milhões de toneladas, muito por conta do aumento do confinamento de gado, sobretudo nas regiões onde há expansão do plantio de cana-de-açúcar. 

Ele também observou que houve aumento de 8,3% nas vendas para o setor de aves, chegando a um total de 14,44 milhões de toneladas. "O setor avícola teve um primeiro semestre ruim em 2006 por conta dos problemas com a gripe aviária na Europa e houve uma recuperação agora. Isso explica o crescimento", observou. Conforme Jorge, também houve elevação nos preços das rações para aves e suínos, que utilizam como principal matéria-prima o milho. 

Para o segundo semestre, o Sindirações estima que todo o setor apresentará uma expansão nas vendas de 7,3% (comparado ao mesmo período do ano passado), para 26,78 milhões de toneladas de produtos. Jorge acredita, no entanto, que a crise no setor imobiliário americano, que tem afetado o mercado financeiro, não trará reflexos imediatos às indústrias de rações. "Os setores pecuário e avícola já fecharam a maioria dos contratos de exportação até o fim do ano. Se houver recessão econômica mundial, o efeito nas exportações de carnes deve ser mais efetivo no começo de 2008", avaliou. 

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