Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Lula impõe ”dura derrota” a agricultores contra transgênicos, diz jornal

O jornal esquerdista alemão taz, die tageszeitung afirma nesta sexta-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva “cedeu às pressões da indústria e facilitou a aprovação” de alimentos transgênicos no país.

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Redação (23/03/07) – Nas palavras do repórter do taz, a mudança aprovada por Lula é uma "derrota dura" para pequenos produtores e ambientalistas.

O diário destaca que, com a aprovação da lei que reduz de dois terços para maioria simples a regra de aprovação de transgênicos na CTNBio – a comissão técnica multiministerial que avalia e aprova os pedidos de plantio de transgênicos -, o milho transgênico "Liberty Link", da multinacional alemã Bayer, estaria próximo da aprovação.

O jornal ressalta que a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, também vai sofrer com a decisão, já que foi ela quem introduziu a maioria de dois terços no CTNBio em 2005.

Petrobras na Bolívia

A validez dos 44 contratos assinados entre o governo boliviano e as empresas de petróleo instaladas no país durante a nacionalização dos hidrocarbonetos está "em dúvida", avalia matéria do diário La Razón.

O texto faz referência a inúmeros "equívocos" encontrados nos contratos, cuja assinatura começou a ser avaliada na quinta-feira por uma comissão no Parlamento boliviano.

Um dos maiores críticos dos contratos firmados com as 12 empresas – entre as quais a brasileira Petrobras – é o ex-ministro boliviano dos Hidrocarbonetos, Andrés Soliz Rada, que disse ao Senado que os contratos não poderiam ser assinados sem a aprovação do diretório da estatal boliviana de petróleo, YPFB.

Em um episódio revelado ontem pelas autoridades bolivianas, o ex-presidente da YPFB Juan Carlos Ortiz disse que assinou "apenas um" contrato com a Petrobras, apesar de haver uma segunda versão tratando da exploração dos campos petrolíferos de San Alberto, San Antonio e Río Hondo.

O atual presidente da petroleira, Manuel Morales, já havia dito que acertara verbalmente com a Petrobras a alteração de um dos anexos do contrato, suavizando" as condições da atividade.

Para o La Razón, apesar de ter sido feito "nas costas do presidente Evo Morales" e de outras autoridades do setor, o "pacto" firmado entre a Petrobras e o assessor da YPFB foi considerado "benéfico para o país, pela renda que aporta".

Ataque ao Irã

Diversas embaixadas estrangeiras em Teerã estão atualizando seus planos de emergência, em preparação para um possível ataque israelense ou Ocidental à capital iraniana, afirma matéria do diário israelense Jerusalem Post.

"Fontes estrangeiras" citadas pelo jornal teriam dito que uma ofensiva contra o Irã poderia acontecer ainda este ano.

"Até lá, o Irã já teria urânio enriquecido necessário para causar uma catástrofe humanitária e ambiental, se suas instalações nucleares forem danificadas ou destruídas em um ataque", diz o texto.

"O prejuízo seria causado por uma séria ”chuva nuclear” de detritos, capaz de matar muitos civis e tornar inabitáveis algumas partes do país por um tempo indeterminado de tempo."

Planos de evacuação são comuns em qualquer embaixada de qualquer país, mas "a atmosfera geral no Irã é de forte preparação" para emergência, afirma o Jerusalem Post. Várias rotas de saída estão sendo definidas para todos os quadros de funcionário.

A matéria avalia que um ataque ao Irã poderia precipitar um lançamento de mísseis contra Israel e interesses americanos no Oriente Médio, através de meios próprios e da infra-estrutura do braço armado do grupo libanês xiita Hezbollah.

 

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