Grãos voltam a despencar em Chicago.
Mercado de futuros
Da Redação 29/06/2005 – Depois de despencarem na segunda-feira, pressionados por vendas de fundos de investimentos deflagradas por previsões de clima favorável às lavouras do Meio Oeste dos Estados Unidos, as cotações de soja e milho registraram novo tombo ontem na bolsa de Chicago, com a continuidade da liquidação iniciada na véspera.
No caso da soja, os contratos de segunda posição de entrega – atualmente os papéis com vencimento em agosto – perderam mais 26,75 centavos de dólar por bushel e fecharam a US$ 6,7150. Com isso, passaram a acumular, em junho, variação negativa de 1,47%, segundo cálculos do Valor Data. No ano até ontem, ainda há variação positiva de 22,7%.
“No fim da semana passada, as posições compradas dos fundos somavam 12 milhões de toneladas de soja em grão, 5 milhões de toneladas de farelo e 1 milhão de óleo de soja, o que ajuda a explicar as quedas. É preciso lembrar que os fundos não consomem esses produtos e que em algum momento haverá um movimento de vendas”, observou Antonio Sartori, da Brasoja. Ele ressalvou que as vendas foram deflagradas por previsões meteorológicas, não por chuvas reais. Ou seja, novas previsões podem reverter a tendência.
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No caso do milho, os contratos de segunda posição (setembro) caíram 3,50 cents por bushel, para US$ 2,2775. No mês, há queda de 1,3%; no ano, alta de 6,92%.





















