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Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,88 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,05 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,81 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,57 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,48 / kg
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 164,20 / cx
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Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.285,02 / t
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Conteúdo Técnico

Diarreias em leitões jovens: condição frequente e desafiadora

Episódios de diarreia são extremamente comuns em granjas de suínos, sendo, juntamente com os problemas respiratórios, as condições mais frequentes e impactantes na suinocultura brasileira

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Diarreias em leitões jovens: condição frequente e desafiadora

Particularmente leitões jovens são suscetíveis aos quadros entéricos, mais frequentes em animais entre 5 e 7 dias de idade, mas pode ocorrer até o desmame.

Essa condição pode levar ao aumento de mortalidade ou, pelo menos, a uma redução de desempenho e impacto no peso ao desmame. Essas consequências irão depender do agente envolvido, das condições ambientais e de manejo associados ao processo, e à capacidade de identificação da causa e intervenção rápida para a solução do problema.

Dentre os agentes mais frequentemente envolvidos nesses quadros entéricos de leitões jovens estão Escherichia coli enterotoxigênica (ETEC), Clostridioides difficile, Cystoisospora suis, Rotavírus tipos A, B e C, principalmente; bem como Clostridium perfringens tipos C e A, Enterococcus sp, Strongylus ransomi, e as coronaviroses, a citar, vírus da Gastroenterite transmissível (TGE), vírus da Diarreia Epidêmica Suína (PED) e Deltacoronavírus.

Dessa forma, passamos a discutir brevemente os enteropatógenos acima descritos. Considerando que as coronoviroses são exóticas na suinocultura brasileira e que S. ransomi é extremamente raro, não abordaremos em detalhes essas enfermidades.

Colibacilose em leitões jovens 

São causadas pelo patotipo enterotoxigênico e frequentemente por cepas de diferentes virotipos, como por exemplo F41, F5 e F6 +Sta, que não são beta hemolíticos em ágar sangue, e F4 + Sta, Stb, LT, EAST-1, que normalmente são beta-hemolíticos. Ou seja, cepas patogênicas de E. coli que afetam leitões jovens, particularmente na primeira semana de vida, podem ser ou não beta-hemolíticas.

A presença desses virotipos no intestino delgado de leitões é essencial mas não suficiente para desencadear diarreia, sendo necessárias condições predisponentes outras, como imunossupressão induzida por fornecimento insuficiente de colostro/leite, temperatura ambiente baixa, umidade elevada do ambiente e carga bacteriana ambiental alta.

Com essas condições instaladas, a colibacilose pode induzir diarreia aquosa profusa e rápida desidratação de leitões, induzindo elevação significativa da taxa de mortalidade. Macroscopicamente, alças do intestino delgado estão dilatadas, com conteúdo líquido, por vezes com gases, hiperêmica ou não, dependendo de a cepa ser beta-hemolítica ou não.

O diagnóstico se baseia no isolamento e tipificação do virotipo de ETEC e observação de colônias de cocobacilos em íntimo contato com a superfície de células epiteliais intestinais, particularmente na face lateral de vilosidades do íleo.

O controle se baseia na diminuição de pressão de infecção ambiental pela adequada limpeza, desinfecção e descanso das instalações, ambiente adequado (seco e aquecido) para os leitões, vacinações de matrizes com o virotipo circulante na granja e adequada colostragem no primeiro dia de vida dos leitões.

Leia a matéria completa na edição 311 da Revista Suinocultura Industrial

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