Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Argentinos terão que explicar barreiras ao frango brasileiro

O Brasil entregou oficialmente à OMC documentos que provam que as barreiras impostas pela Argentina ao frango nacional são ilegais.

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Redação AI 12/08/2002 – O Brasil entregou oficialmente à Organização Mundial do Comércio (OMC) documentos que provam, na avaliação do Itamaraty, que as barreiras impostas pela Argentina ao frango nacional são ilegais. Agora, o governo argentino terá até o dia 27 de agosto para apresentar sua defesa antes que a OMC faça seu julgamento.

O governo brasileiro argumenta que a medida antidumping estabelecida pelo governo argentino há dois anos viola oito pontos da regras da OMC e representa, na verdade, uma iniciativa para evitar que os produtos brasileiros supostamente invadam o mercado vizinho.

Segundo as regras da OMC, as barreiras antidumping são aplicadas após uma investigação que comprova que um determinado produto estaria entrando no mercado com preços desleais e gerando prejuízos para a indústria nacional.

Com base nessa regra, Buenos Aires argumenta que os produtores brasileiros estariam vendendo o frango nacional na Argentina a preços inferiores aos praticados no mercado brasileiro, o que comprovaria o dumping e na prática faz com que os argentinos percam competitividade no mercado interno. Por esse motivo, as autoridades em Buenos Aires estabeleceram um preço mínimo de US$ 0,98 do quilo de frango para que o produto brasileiro possa entrar no País. Caso o valor mínimo não seja respeitado, uma taxa será cobrada.

A Associação Brasileira de Exportadores de Frango (Abef) contra- argumenta afirmando que na realidade o produto nacional é mais competitivo que o argentino, e por isso ganha mercado. Segundo os produtores, somente no primeiro ano da aplicação da barreira argentina, o prejuízo superou R$ 150 milhões ao País.

A OMC irá esperar até o final do mês para ouvir as explicações formais do governo argentino. Com todas as informações em mãos, três árbitros internacionais decidirão se o argumento do Brasil deve ser respeitado pelos argentinos.

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