Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Tecnologia

Embrapa Agroindústria Tropical amplia sua capacidade de análise de nanoestruturas

O microscópio eletrônico de transmissão é uma ferramenta poderosa de potente ampliação de amostras, permitindo o estudo detalhado de sistemas ou unidades individualizadas biológicas ou não biológicas

Embrapa Agroindústria Tropical amplia sua capacidade de análise de nanoestruturas

A Embrapa Agroindústria Tropical ampliou em até cinco vezes sua capacidade de realizar análise de nanoestruturas graças à instalação e atualização de um microscópio eletrônico de transmissão (MET), da Zeiss. O equipamento, agora plenamente funcional, faz com que a pesquisa realizada na Unidade atinja um novo patamar, tornando os pesquisadores capazes de visualizar estruturas da magnitude de um coronavírus, por exemplo.

Celli Muniz, analista da Embrapa Agroindústria Tropical e especialista em microscopia eletrônica, destaca a importância do feito: “O microscópio eletrônico de transmissão é uma ferramenta poderosa de potente ampliação de amostras, permitindo o estudo detalhado de sistemas ou unidades individualizadas biológicas ou não biológicas. Micrografias obtidas no MET são dados científicos de grande impacto, igualando a pesquisa que se utiliza dela ao mesmo nível do que é produzido em centros de pesquisa de excelência ao redor do mundo”.

O MET amplia a capacidade de visualização de espécimes, pois os aumentos e resoluções são muito maiores do que as proporcionadas pela microscopia eletrônica de varredura (MEV), recurso utilizado até então. “Esses aumentos de 85 a 100 mil vezes permitem a visualização de nanoestruturas (nanocristais, nanofibras, nanocelulose etc.) ou materiais nanoestruturados e ainda, de microrganismos como bactérias e vírus em amostras líquidas ou internos em outros organismos”, explica Celli Muniz. 

Por enquanto, o microscópio está sendo utilizado apenas para atender as demandas internas da empresa. No futuro, o MET estará disponível para compartilhamento com as demais unidades descentralizadas da Embrapa e instituições de ensino e pesquisa. Para tanto, a Unidade deverá elaborar um plano de trabalho visando à implementação de mais recursos humanos e logísticos. 

Desafio tecnológico

Para obter esse resultado, a Embrapa Agroindústria Tropical teve de superar um desafio tecnológico e financeiro para fazer com que o microscópio eletrônico de transmissão entrasse em pleno funcionamento. Um exemplo das dificuldades enfrentadas: o MET, em sua configuração original, possuía um sistema de fotografia analógico, ou seja, era programado para funcionar apenas com câmera e filmes fotográficos.

Os recursos para a atualização digital foram possíveis a partir da aprovação de um edital da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), lançado em 2018, com o objetivo específico de manutenção de equipamentos. O valor de um microscópio novo gira em torno de três a quatro milhões de reais. No entanto, os recursos somados da Finep e da Embrapa, à época, não chegavam a R$ 65 mil.

Celli Muniz, relembra o esforço feito pela empresa para colocar o microscópio em funcionamento. “A empresa contratada para o reparo fez inúmeros consertos e trocas, renovando mangueiras e anéis de vedação (o-rings), entre outros. O equipamento voltou a funcionar com isso. Porém, devido ao valor limitado do projeto, não conseguimos instalar a câmera digital de captura das imagens, essencial para registrarmos as imagens obtidas”, comenta.

A aquisição da peça faltante ocorreu no fim do ano passado, quando o serviço de instalação da câmera foi aprovado pela chefia da Unidade, finalizando o processo de reativação do MET e tornando-o mais moderno e totalmente funcional. 

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