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Doença de Newcastle como destaque da revista Avicultura Industrial

Descubra como a Doença de Newcastle se destaca na revista Avicultura Industrial e seu impacto para a avicultura brasileira.

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Doença de Newcastle como destaque da revista Avicultura Industrial

Em 2024, o Brasil continuou como maior exportador de carne de frango do mundo, representando o terceiro maior produtor mundial, sendo exportadas 5,295 milhões e produzidas 14,972 milhões de toneladas, conforme Relatório Anual da Associação Brasileira de Proteína Animal – ABPA – (2025) (Figura 1). Para manter esta posição competitiva, o Brasil depende grandemente de manter os setores da avicultura do país em conformidade com status sanitário “livre” para as principais doenças que impactam na produção e exportação de produtos e subprodutos avícolas, como a DN. 

A DN é uma doença altamente contagiosa causada pelo vírus da doença de Newcastle (NDV), que acomete diversas espécies de aves e mamíferos, incluindo seres humanos. A doença foi descrita pela primeira vez na Ásia (Ilha de Java, Indonésia) em meados da terceira década do século XX (1927), com a notificação feita na cidade de Newcastle na Inglaterra e, no Brasil, sua primeira descrição data de 1953, na cidade de Macapá. A manifestação de sinais clínicos é dependente da estirpe do vírus da doença de Newcastle (NDV), espécie do hospedeiro, idade, estado imunológico, interação com outros agentes infecciosos, estresse ambiental e social, forma de exposição e dose infectante, podendo algumas aves transmitir de forma assintomática do vírus (MILLER & KOCH, 2013). O objetivo deste trabalho é apresentar uma revisão breve sobre os aspectos principais da doença de Newcastle, abordando sua importância para a avicultura brasileira, aspectos epidemiológicos, etiológicos, mecanismos de transmissão, diagnóstico e estratégias preventivas.

Doença de Newcastle como destaque da revista Avicultura Industrial

Figura 1 – Produção brasileira de carne de frango em 2024 (Relatório Anual da Associação Brasileira de Proteína Animal – ABPA – (2025).

Doença de Newcastle como destaque da revista Avicultura Industrial

Figura 2. Transmissão do vírus da doença de Newcastle.

EPIDEMIOLOGIA

Várias fontes podem representar risco de infecção (Figura 2). Diversas espécies de aves e mamíferos, incluindo seres humanos, podem replicar o vírus e atuar como fontes de títulos significativos para transmissão. A transmissão tipicamente ocorre por inalação ou ingestão de aerossóis respiratórios ou fecais. Criações próximas são fontes potenciais de vírus, que pode ser transportado por aves e mamíferos, pessoas e veículos e em grandes distâncias pelo ar na poeira contendo excretas. Produtos avícolas podem conter o vírus, razão para os países signatários da WOAH serem necessariamente livres. Água, alimento, fezes, roedores, objetos em geral, utensílios, veículos e estruturas contaminadas são sempre consideradas de alto risco.

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