Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,98 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,52 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,66 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,19 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 166,50 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 184,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 195,54 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 159,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 177,57 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,07 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,11 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.185,88 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.095,20 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 185,49 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 166,62 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 150,92 / cx
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Pesquisa

Bélgica apresenta estratégia para reduzir o estresse térmico em suínos

Entenda o impacto do estresse térmico e como o plano belga orienta produtores de suínos em climas quentes

Bélgica apresenta estratégia para reduzir o estresse térmico em suínos

Após anos de pesquisa, a região da Flandres, no norte da Bélgica, lançou um plano detalhado para ajudar produtores de suínos, transportadores e frigoríficos a enfrentarem os efeitos do calor extremo. O projeto, batizado de “Coolpigs”, consolida anos de estudos e testes práticos em um guia com medidas concretas para reduzir o estresse térmico em granjas e durante o transporte dos animais. As ações recomendadas também podem ser apoiadas financeiramente por meio de subsídios do Fundo de Investimento Agrícola da Flandres (VLIF).

O estresse térmico é um dos principais desafios enfrentados pela suinocultura em períodos de altas temperaturas. Durante os verões cada vez mais quentes na Europa, suínos e porcas em terminação sofrem com o calor, o que compromete o bem-estar, a saúde e o desempenho produtivo. Por terem baixa capacidade de transpiração e viverem em instalações pouco adaptadas ao calor, esses animais estão especialmente vulneráveis.

Para buscar soluções, o Instituto de Pesquisa Agrícola, Pesqueira e Alimentar da Flandres (ILVO) e a Universidade de Ghent conduziram, ao longo de quatro anos, experimentos no Campus Suíno e em propriedades comerciais. As pesquisas avaliaram estratégias práticas aplicadas tanto em condições naturais de verão quanto em ondas de calor simuladas em ambiente controlado.

Os resultados mostraram que pequenas mudanças no manejo podem gerar grandes benefícios. A redução da densidade de alojamento, por exemplo, diminui o aumento da temperatura corporal dos suínos; adicionar vitaminas E, C e selênio orgânico à dieta reduz danos celulares e melhora o crescimento; e o uso de sistemas de pulverização de alta pressão pode baixar a temperatura dos estábulos em até 2,5°C, reduzindo a frequência respiratória dos animais em 8%.

Outras medidas eficazes incluem a instalação de ventiladores nas maternidades e a criação de entradas de ar em áreas sombreadas, capazes de reduzir a temperatura do ar em até 6°C. O plano ainda recomenda adaptar o manejo diário: movimentar ou vacinar os animais apenas nos períodos mais frescos, pintar paredes e tetos de branco e reorganizar os horários de transporte.

O projeto também destaca o uso do Índice de Temperatura e Umidade (ITU) como ferramenta de monitoramento. O indicador combina temperatura e umidade para avaliar o grau de desconforto térmico, fornecendo parâmetros que ajudam produtores a prever e minimizar os impactos do calor sobre o rebanho.

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