Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Terras indígenas

CNA recorre ao STF para suspender novas demarcações de terras indígenas

Confederação da Agricultura pede ao STF a suspensão de novas demarcações de terras indígenas em meio a controvérsias legais

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CNA recorre ao STF para suspender novas demarcações de terras indígenas

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) protocolou um pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (24), pleiteando a suspensão de portarias e decretos do governo federal que tratam de novas demarcações de terras indígenas. O pleito busca manter a situação suspensa até que o tribunal julgue a ação sobre o marco temporal.

A CNA alega que a recente publicação de portarias declaratórias pelo Ministério da Justiça e de Decretos Homologatórios pelo presidente da República, demarcando “supostas terras tradicionalmente ocupadas por indígenas”, ocorre em “completa deslealdade” com o STF e o Congresso Nacional.

A entidade argumenta que o Supremo, ao discutir a constitucionalidade da Lei 14.701/2023 do marco temporal, optou por instaurar uma Mesa de Conciliação em busca de uma solução consensuada. No entanto, a decisão do Poder Executivo de prosseguir com as demarcações demonstra que o governo nunca buscou atuar com lealdade processual ou com respeito à busca pela solução consensual.

A CNA alega ainda que a atuação do Poder Executivo indica que o direito de propriedade de agricultores, “especialmente pequenos e médios, pode ser desprezado e, por decorrência lógica, incentivado o conflito no campo”. A petição ressalta que a iniciativa do governo federal promove “instabilidade social”, com risco de conflitos no campo, o que causará insegurança jurídica para os produtores rurais na região.

Para a CNA, a “desconsideração da plena vigência” da lei do marco temporal “demonstra o completo desprezo do governo federal com os produtores rurais e com a segurança jurídica”.

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