Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Sanidade

Disciplina sanitária diária é chave para conter riscos na suinocultura

Artigo da Profa. Masaio Mizuno Ishizuka (FMVZ-USP) aponta que a constância nas rotinas diárias supera intervenções emergenciais na biosseguridade de granjas

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Disciplina sanitária diária é chave para conter riscos na suinocultura
A estabilidade sanitária na suinocultura intensiva não depende apenas de tecnologias avançadas ou de respostas emergenciais a surtos, mas sobretudo da aplicação rigorosa e ininterrupta de rotinas diárias. Em artigo técnico assinado pela Professora Titular Emérita da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP (FMVZ-USP), Masaio Mizuno Ishizuka, a especialista alerta que as maiores perdas no setor derivam do relaxamento progressivo de processos simples de biosseguridade, os chamados “riscos silenciosos”.
Mapeamento dos Riscos Silenciosos e a Resposta Preventiva no Manejo
Risco Silencioso na GranjaOrigem da Falha OperacionalSolução Baseada na Disciplina Diária
Quebra de fluxo sanitárioTrânsito inadequado de pessoas e materiaisPadronização estrita de acessos e barreiras físicas.
Persistência de patógenosSanitização e desinfecção superficiaisExecução e checagem contínua da limpeza das instalações.
Subdiagnóstico de doençasObservação diária negligenciadaInspeção diária atenta do comportamento e consumo animal.
Uso excessivo de fármacosRespostas corretivas tardiasIdentificação precoce de desvios e prevenção integrada.
Destaques e Efeitos na Produtividade
  • Eixo operacional da biosseguridade: A autora enfatiza que protocolos teóricos não protegem o plantel se não forem incorporados à rotina pela equipe do campo. A repetição sistemática das práticas de higiene cria uma barreira eficaz contra a disseminação de patógenos.
  • Detecção precoce de anomalias: A observação contínua permite corrigir variações no ambiente, no consumo de ração ou na atitude dos suínos antes que se convertam em episódios clínicos graves.
  • Sustentabilidade e redução de custos: A constância sanitária melhora os índices zootécnicos e diminui a dependência de tratamentos medicamentosos, transformando a rotina de um custo operacional para um investimento estratégico.
De acordo com o artigo da profa. Dra. Masaio Mizuno Ishizuka (FMVZ-USP), “grande parte dos problemas sanitários não surge de eventos súbitos, mas do acúmulo progressivo de pequenas falhas rotineiras no manejo e na biosseguridade. A rotina sanitária diária, quando executada com disciplina e consciência técnica, constitui um dos instrumentos de prevenção mais eficazes da suinocultura moderna.”
Da Redação
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