Equipes inspecionaram mais de 2,7 mil propriedades na área de emergência, e o Mapa prevê finalizar as análises laboratoriais neste início de novembro
Cidasc conclui vistorias e todos os focos de Newcastle em SC entram em vazio sanitário

Os três focos da doença de Newcastle confirmados em granjas comerciais de Santa Catarina já passaram por todos os procedimentos de sacrifício das aves, limpeza e desinfecção e estão em vazio sanitário. Segundo a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), as ações de contenção entraram na fase final.
A vigilância epidemiológica foi concluída em 1º de novembro, com 100% das mais de 2,7 mil propriedades da área de emergência vistoriadas, incluindo os 202 estabelecimentos avícolas comerciais da região. Até agora, foram feitas 91 análises laboratoriais, e duas amostras aguardam a conclusão do sequenciamento genético. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) prevê concluir as análises neste início de novembro, o que abre caminho para os estudos estatísticos que vão orientar as próximas ações na região e a retomada dos mercados.
O controle de trânsito continua, com quatro barreiras sanitárias em funcionamento 24 horas por dia, e a operação mobiliza cerca de 68 profissionais. As ações de educação sanitária já alcançaram milhares de estudantes e dezenas de estabelecimentos agropecuários.
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Linha do tempo
- 18 a 26 de outubro: confirmação laboratorial dos três focos, em Nova Itaberaba, Coronel Freitas e Nova Erechim.
- 21 a 30 de outubro: sacrifício de mais de 47 mil aves, enterro em vala, limpeza e desinfecção dos três focos, que entraram em vazio sanitário.
- 30 de outubro: conclusão das vistorias em todas as propriedades num raio de 3 km dos focos.
- 1º de novembro: conclusão da vigilância epidemiológica em toda a área de emergência.
A Cidasc destaca que o México já reconheceu a regionalização e passou a restringir apenas os produtos de Santa Catarina, liberando os embarques do restante do país. A companhia reforça que o cumprimento rigoroso das medidas de biosseguridade em toda a cadeia continua sendo fundamental para evitar novos focos.
Fonte: Cidasc






















