Demanda por carne de frango segue alternando altos e baixos e setor produtivo continua contido devido aos altos custos de produção que não podem ser repassados totalmente ao consumidor.
Frango vivo tem semana de queda em SP e de estabilidade em outras praças

Após um mês e meio sem alteração no preço do frango vivo, São Paulo registrou queda pela segunda semana consecutiva. Já em Santa Catarina e no Paraná houve estabilidade. Desde o primeiro trimestre, o panorama no segmento tem apresentado variações em termos de procura, ora com a demanda em alta e ora em baixa, o que faz com que produtores tenham que trabalhar com um volume contido.
O custo de produção vem pressionando os produtores que seguem com margens de lucro cada vez menores. Especialistas acreditam que não é pouco provável que ocorram quedas consideráveis no preço do frango vivo nos próximos meses, mas, diante do atual cenário, se houver alta, será demasiadamente pequena.
Em São Paulo, como já citado, o preço do frango vivo caiu 5,17%, chegando assim a R$ 5,50 (durante um mês e meio, esteve cotado em R$ 6,00).
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No Paraná, após duas semanas consecutivas de alta, na última, não houve mudança e o preço do frango vivo permaneceu em R$ 5,93.
Em Santa Catarina, pela terceira semana consecutiva, o preço do frango vivo fechou no mesmo valor R$ 3,60 (na primeira quinzena de setembro, chegou a ser cotado no estado em R$ 4,30).

Ovos
Se agosto foi o melhor mês do ano para o ovo, o mesmo não se pode dizer de setembro, que registrou quedas nas principais praças. Especialistas apontam que apesar dos custos terem crescido 50% em 2021, os aumentos chegaram no máximo a 30%.
Em São Paulo, na última semana, ocorreu uma queda de 2,17%, fazendo assim com que o preço fosse para R$ 130,51 (em 20 de agosto, custava R$ 147,57 no estado).
Em Minas Gerais, após duas semanas de queda no preço do ovo, não houve alteração na última, que seguiu em R$ 110,00 (em 20 de agosto, custava R$ 125,00 no estado).






















