Segundo pesquisadores do Cepea, o vivo se valorizou devido à demanda mais aquecida, enquanto para o milho, o recuo dos preços está atrelado à retração de compradores, que estão à espera da entrada mais efetiva do milho da segunda safra
Alta do suíno vivo e recuo de insumos elevam poder de compra

O poder de compra do suinocultor aumentou em junho na maior parte das praças acompanhadas pelo Cepea. A justificativa para esse cenário é o aumento dos preços do suíno vivo e o enfraquecimento das cotações de milho e farelo de soja, principais insumos utilizados na atividade.
Segundo pesquisadores do Cepea, o vivo se valorizou devido à demanda mais aquecida, enquanto para o milho, o recuo dos preços está atrelado à retração de compradores, que estão à espera da entrada mais efetiva do milho da segunda safra.
Para o farelo de soja, informações do Cepea indicam que as recentes baixas nos preços externos do grão, devido ao conflito comercial entre a China e os Estados Unidos, e as indefinições do tabelamento mínimo do frete têm resultado em queda nos preços domésticos do derivado.
Leia também no Agrimídia:
- •Filipinas ampliam compras e impulsionam exportações brasileiras de carne suína em fevereiro
- •Custos de ração baixos e carne bovina cara podem favorecer suinocultura em 2026
- •Reino Unido recolhe produto de carne suína após detecção de Salmonella
- •Reino Unido retira produtos suínos após escândalo sanitário envolvendo peste suína africana no Vietnã





















