Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,65 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,00 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,23 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,40 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.437,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,60 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,66 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,15 / cx
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Amapá

Órgãos defendem parceria para evitar transporte e venda de carne irregular

Fiscalização agropecuária deverá ser expandida em rodovias e portos. Abate ilegal de animais pode contaminar carne vendida ao consumidor.

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Órgãos defendem parceria para evitar transporte e venda de carne irregular

O aumento do transporte e venda ilegal de carnes bovina, bubalina e suína no Amapá, segundo o Ministério Público Estadual (MP), motivou uma audiência pública nesta sexta-feira (07/10) com órgãos estaduais, federais e municipais de fiscalização agropecuária. As entidades defendem parcerias para expandir a área de abrangência das barreiras sanitárias fixas e móveis.

Entre as situações mais preocupantes, segundo os órgãos, está a venda de carne de porco em portos, açougues e feiras na capital, e, principalmente, no interior do estado. A Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária (Diagro) aponta que a carne suína tem alto risco de contaminação quando não retirada em matadouro autorizado. Apesar do risco, não existe proibição sobre o abate do animal para o consumo próprio.

Para a Diagro, a fiscalização precisa ser aumentada em função da grande entrada dos animais por meio dos rios. Segundo o coordenador de defesa agropecuária, Wanderson Miranda, os porcos são abatidos na beira do rio e armazenados de forma irregular para serem vendidos em Macapá.

“De forma efetiva, vamos controlar o trânsito e evitar que esses animais entrem no estado. Vamos coibir esse trânsito irregular, e, nas feiras, a vigilância tem que realizar esse controle. A Diagro tem 43 veterinários, mas precisamos de mais para o interior do estado. Mesmo assim vamos evitar isso, temos condições de evitar”, acredita Miranda.

O Ministério da Agricultura reforça que além da ilegalidade no abate, a falta de fiscalização é motivada pelo lucro financeiro, pois os vendedores não se adequam às regras de abate e conservação da carne. O auditor fiscal do Ministério no Amapá Renato da Rocha Portal acredita que a construção de um abatedouro seria uma forma de combater a prática.

Reunir os órgãos de combate é uma forma de definir estratégias e competências para as atuações, defende o MP-AP. Para o promotor de Justiça da Saúde André Araújo, o consumo dessa carne é fator causador e agravador de doenças, além de aumentar a fraude no processamento dos produtos.

“São vários fatores, a população que não é esclarecida sobre o que deve ou não deve ser consumido, o produtor que não tem interesse de se regularizar para seguir as normas sanitárias e a cultura da região de fazer o abate de forma clandestina nos quintais. Tudo isso contribui para o quadro que vivemos”, completou Araújo.

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