Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
Economia

Receita Federal e governo dos Estados Unidos preparam acordo aduaneiro

O objetivo é elaborar um acordo de reconhecimento mútuo do programa de Operador Econômico Autorizado (OEA), pelo qual empresas certificadas nos dois países terão o fluxo de comércio facilitado.

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Receita Federal e governo dos Estados Unidos preparam acordo aduaneiro

A Receita Federal e o governo dos Estados Unidos assinaram nesta segunda-feira, 29, um cronograma para o estabelecimento de acordo aduaneiro entre os dois países, o que será feito até junho de 2016.

O objetivo é elaborar um acordo de reconhecimento mútuo do programa de Operador Econômico Autorizado (OEA), pelo qual empresas certificadas nos dois países terão o fluxo de comércio facilitado.

“Esse programa está alinhado com a visita da presidente Dilma Rousseff aos EUA e é um passo muito forte e importante para as relações comerciais entre os dois países”, afirmou o secretário da Receita, Jorge Rachid.

Atualmente, cinco empresas brasileiras têm certificado de OEA. Na prática, isso significa que as importações e exportações dessas companhias não precisam passar por processos aduaneiros como inspeções de carga e conferência de documentação, o que torna as vendas e compras do exterior mais rápidas.

Quando o acordo for assinado no ano que vem, as empresas certificadas no Brasil terão o mesmo tratamento na aduana norte-americana, e vice-versa.

São certificadas no país a Embraer, 3M, Aeroporto de Viracopos, CNH América Latina e DHL. Segundo a Receita, pleitos de outras 15 empresas estão em análise. Pelo lado norte-americano, cerca de 1.100 empresas são certificadas e terão acesso ao benefício.

“A meta é que metade das empresas brasileiras sejam operadores autorizados. Estamos promovendo o programa, temos que buscar essas empresas”, completa o secretário de Aduana e Relações Internacionais da Receita, Ernani Checcucci Filho.

Para ganhar o selo de “baixo risco” da Receita Federal, a empresa tem que atender a uma série de requisitos, como controle de acesso às cargas e regras de recrutamento de pessoal.

Atualmente, os Estados Unidos têm acordos semelhantes com dez países, como Canadá, México e Nova Zelândia.

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