Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,45 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,17 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 125,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,81 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,27 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,18 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,42 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 156,60 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 156,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 178,89 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 148,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,80 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,36 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.339,61 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.227,34 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 180,12 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,10 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 165,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 179,88 / cx
Sanidade

Sanidade é obsessão em todos os elos da cadeia produtiva do frango

Do aviário à indústria, crescem investimentos em tecnologia e capacitação para reforçar procedimentos sanitários.

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Sanidade é obsessão em todos os elos da cadeia produtiva do frango

Sanidade é obsessão em todos os elos da cadeia produtiva do frangoO setor avícola mantém atenção constante e crescente às normas de sanidade. Os cuidados com a manipulação de ovos, pintainhos e aves vêm sendo intensificados ao longo de toda a cadeia produtiva da carne de frango. A obsessão tem dois motivos: o alto grau de exigência do mercado externo; e a preocupação com o desempenho dos animais ainda na granja.

“Os ambientes são mais controlados do que em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) hospitalar. O monitoramento é extremo”, destacou o membro da Expedição Avicultura, Igor Castanho. A equipe de técnicos e jornalistas visitou produtores e indústrias nas regiões Norte, Noroeste e Oeste do Paraná durante o primeiro roteiro da terceira edição do projeto.

As visitas às granjas, aos matrizeiros e aos incubatórios são todas registradas. Antes de entrar nas instalações, é preciso tomar banho, vestir roupas específicas e respeitar vazio sanitário de no mínimo 48 horas. Na saída, a preocupação continua e, muitas vezes, todos têm de tomar banho novamente antes de deixar o local.

Além de respeitar todos os procedimentos sanitários, a avicultura está investindo em novas tecnologias e na capacitação de seus colaboradores. Em Palotina (PR), a C. Vale – Cooperativa Agroindustrial utiliza ninhos automáticos para reduzir o contato direto dos funcionários com os ovos e evitar perdas no incubatório. Com a inserção de sistemas computadorizados, foi preciso reabilitar a mão de obra disponível na empresa.

Para atender a demanda das indústrias por qualificação, a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) construiu um centro de treinamentos em Assis Chateaubriand (PR). A unidade é uma granja escola que oferta, de forma gratuita, cursos com duração de dois dias e meio. Até o final de 2015, 60 turmas terão sido certificadas a operar sistemas de gerenciamento das granjas.

Motivação
Tudo isso é feito rigorosamente para atender as exigências do mercado externo, que não só dita as normas, como também fiscaliza a aplicação. Em algumas plantas industriais, existem fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que acompanham todo o processo para garantir a habilitação à exportação.

A preocupação com sanidade também está ligada ao rendimento das aves, aponta a equipe da Expedição Avicultura. A taxa de conversão de ração em carne é facilmente reduzida se a ave for exposta a alguma doença ou condição desfavorável durante o período de engorda.  

Sobre a Expedição Avicultura 2015
A Expedição Avicultura é um projeto do Núcleo de Agronegócio da Gazeta do Povo. Em sua terceira edição, o levantamento técnico-jornalístico faz novo diagnóstico da cadeia produtiva do frango no Sul do Brasil, região líder em abate e exportação no país. Além dos estados do Paraná e de Santa Catarina, contemplados nas edições anteriores, o Rio Grande do Sul passa a fazer parte do roteiro. O projeto conta com o apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o Banco do Brasil, a C. Vale – Cooperativa Agroindustrial e o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar).

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  • Milho - Indicador
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  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
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