O G-20 se compromete a tomar medidas para acelerar o crescimento, criar empregos e enfrentar riscos que possam surgir em um mundo no qual a atividade segue fraca e o desemprego, alto.
G-20 promete mais estímulos à economia

O G-20, grupo que reúne as maiores economias desenvolvidas e emergentes, se compromete a tomar medidas para acelerar o crescimento, criar empregos e enfrentar riscos que possam surgir em um mundo no qual a atividade segue fraca e o desemprego se mantém alto.
É o que diz a primeira versão do comunicado dos ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais do grupo, que se encontram em Washington hoje e amanhã, durante a reunião do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial. “Muitos países tomaram medidas para estimular a demanda desde a última vez em que nós nos encontramos [em fevereiro, em Moscou], mas é necessário fazer mais para cumprir o nosso compromisso de enfrentar a atual fraqueza da economia global”, afirma o documento, ao qual o Valor teve acesso.
O presidente do BC da Alemanha, Jens Weidmann, em entrevista ao “The Wall Street Journal”, disse que a crise de dívida da Europa levará uma década para ser superada e que uma solução duradoura só seria possível se os políticos parassem de depender do Banco Central Europeu (BCE) e promovessem amplas reformas estruturais.
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