Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,87 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,94 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.569,61 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.499,49 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
Destaque Todas Páginas
Artigo

Em defesa das “farinhas” – Por Daniel Vilaça

Com controle de qualidade eficaz, o uso de rações que utilizam como matéria prima ossos e outros restos de animais é benéfico para a avicultura e suinocultura.

Compartilhar essa notícia

Hoje com modernos equipamentos, funcionários cada vez mais qualificados, laboratórios bem equipados e grandes parceiros a Indústria de Rações Patense aposta pesado na qualidade de seus produtos. Os produtos da Rações Patense são a farinha de carne e ossos, Farinha de ossos calcinada, Farinha de sangue e sebo bovino, e futuramente, com a inclusão de mais dois produtos, a Farinha de vísceras e Farinha de penas.

Os produtos da Patense são processados sem nenhum tipo de contato que possa trazer qualquer tipo de contaminação direta ou indireta. É por meio de informações inidôneas que os produtos de graxarias ou fabricas de reciclagem animal são julgadas. Até hoje acredita-se que a farinha de carne e ossos possa trazer vários tipos de microorganismos patogênicos para as instalações da suinocultura e da avicultura. Podemos provar que acontece é totalmente ao contrario. Os produtores e fabricantes de rações armazenam estes produtos de forma inadequada. No momento da descarga, os funcionários pisam no produto e entram em contato com o produto – já temos casos constatados que, no momento da descarga do produto a granel “farinha de carne e ossos”, a mesma era descarregada em cima dos pneus do caminhão, conseqüentemente, contaminando o produto.

Um grande desafio para as empresas de reciclagem animal é mudar a cabeça dos produtores, fabricantes de rações e técnicos diretamente ligados ao setor. É necessário que as empresas de reciclagem animal se organizem cada vez mais e que o setor invista mais em divulgações, visitas técnicas e eventos. E também que visitem as fábricas para se informarem de como é feito todo o processo, desde a recepção da matéria prima até o produto acabado.

Chegando a uma conclusão viável, as empresas de reciclagem animal necessitam de um responsável técnico que supra as necessidades da empresa, já que trabalham com alimentos para a nutrição animal. Estes técnicos seriam responsáveis pela disseminação de informações que possam diminuir a distância entre o fornecedor e o consumidor, levando até eles as informações necessárias para melhor atende-los e gerando lucros.

Daniel Moreira Vilaça, zootecnista e Pós Graduando em Produção de Bovinos Leiteiros, faz parte do quadro de funcionários da Indústria de Rações Patense

Assuntos Relacionados comentario
Mais lidas

Relacionados

Suinocultura Industrial 332
SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344