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Exportação

Abef participa de reunião em Moscou

Representante da Abef defendeu maior participação brasileira no regime de cotas russas.

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O Presidente Executivo da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos (ABEF), Francisco Turra, acompanhado do presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Carne Suína (ABIPECS), Pedro de Camargo Netto, e do Diretor Executivo da Associação Brasileira da Indústria de Carnes Industrializadas (ABIEC), Otávio Cançado, participaram hoje (20), em Moscou, de reunião com o diretor da Associação Nacional de Carnes da Rússia, Sergi Yashin, representante das empresas privadas do setor no país.

No encontro, Yashin defendeu que o Brasil tenha uma participação maior no regime de cotas. Segundo ele, todas as negociações até agora realizadas não levaram em conta o consumidor russo, que com a diminuição das exportações brasileiras paga mais caro pela carne.

O diretor da Associação Nacional de Carnes da Rússia explicou que hoje naquele país há um desemprego considerável, o que provocará uma diminuição do consumo nas carnes bovina e suína. Mas o consumo de carne de aves está e deverá permanecer estável, porque o mercado russo não conseguirá ficar sem o produto brasileiro.

“O sr. Yashin avaliou que o regime de cotas para as importações vai permanecer durante os próximos três anos. Mas que os importadores gostariam que não ocorresse discriminação geográfica ou benefícios para qualquer país. Neste caso, ele entende que o Brasil tem melhores condições de competitividade”, explicou o Presidente Executivo da ABEF, Francisco Turra.

Hoje também foi realizada uma reunião de representantes dos governos brasileiro e russo, “que foi muito positiva”, destacou Turra. À tarde estava previsto um encontro com o diretor da Agência de Regulação de Mercados de Alimentos, Vasily Krutin, para continuar a tratar do tema cotas para o mercado russo.

O sistema de cotas

No caso da carne de frango, o sistema de cotas determinado pelo Governo russo até 2008 já era desfavorável, incluindo o Brasil em uma faixa de “outros países”, para os quais estavam disponíveis apenas 68 mil toneladas no total. Acima deste limite, era aplicada uma tarifa extra-cota de 65%. A decisão russa fez com que houvesse uma queda gradativa dos embarques, que passaram de 244 mil toneladas, em 2005, para 167 mil toneladas em 2008.

A partir de 1º de janeiro de 2009, porém, esse volume ao qual os exportadores brasileiros podem se candidatar foi reduzido para 12 mil toneladas anuais, e a tarifa extra cota passou para 95%. Os maiores favorecidos pelo sistema de cotas da Rússia são os Estados Unidos e a União Europeia. Este ano, entre janeiro e março, as exportações brasileiras de carne de frango para o mercado russo caíram 21% em relação ao primeiro trimestre de 2008, totalizando 21 mil toneladas.

“Os exportadores brasileiros de carne de frango não estão pedindo nada mais além de concorrer em igualdade de condições com os demais players deste mercado”, destacou Turra. “Como o Brasil está para comprar trigo russo, existe a oportunidade de fazer um ‘escambo’, ampliando nossas exportações de carne. O apoio para a entrada da Rússia na Organização Mundial de Comércio (OMC) também deve ser condicionado”, completou o Presidente Executivo da ABEF.

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