Caio assume carga na entidade pertencente à Sociedade Nacional da Agricultura (SNA).
Luiz Carlos Corrêa Carvalho é o novo presidente da Academia Nacional de Agricultura
O engenheiro agrônomo Luiz Carlos Corrêa Carvalho (Caio) acaba de assumir a presidência da Academia Nacional de Agricultura, entidade pertencente à Sociedade Nacional da Agricultura (SNA) que tem como missão estudar, discutir e opinar sobre questões de interesse técnico, jurídico e econômico nas áreas do agronegócio, alimentação e meio ambiente.
“É uma honra assumir essa função. Gostaria de trazer aos nossos colegas uma reflexão sobre a realidade que vivemos. Entendo que devemos nos preparar para o que vem por aí e agirmos de uma forma integrada e ativa”, disse Carvalho ao tomar posse.
Carvalho, que também preside a Abag – Associação Brasileira do Agronegócio, sucede na presidência da Academia o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues. Para o novo presidente da Academia, o setor mostra grande capacidade de sobrevivência. “Claro que o agronegócio tem uma resiliência formidável. Veja o caso da cana-de-açúcar, que é uma cadeia produtiva que continua sofrendo muito apesar de tudo”, afirmou. Na solenidade de posse de Carvalho foi feita uma homenagem especial ao ex-ministro da Agricultura e Fazenda, Antônio Delfim Netto. Na ocasião foi oficializada também a entrada na Academia da ministra da Agricultura, Kátia Abreu.
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Após uma ampla análise sobre as mudanças na geopolítica mundial, afetada, sobretudo, pela volta dos Estados Unidos como grande produtor de energia e também de alimentos, fato que pode comprometer as perspectivas de crescimento do Brasil. Em seguida, tratou também dos sistemas protecionistas de vários países que trazem as mais variadas dificuldades para o produtor brasileiro. A seu ver, a crise atual da economia brasileira afeta muito o agronegócio. “O primeiro impacto tem a ver com a questão de consumo, que sinaliza a inexistência de estoques, queda de preços, além de perdas nos mercados nacional e internacional. O segundo é a dificuldade de acesso a crédito, no volume e no custo. Essas são as duas questões que nos afligem”, comentou Carvalho durante a sua posse.























