Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Internacional

Governo português quer incentivar novas centrais de biomassa, mas matéria é escassa

Do ponto de vista dos operadores do setor,  há pouco espaço para o incentivo previsto pelo Governo para a construção de novas instalações.

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Governo português quer incentivar novas centrais de biomassa, mas matéria é escassa

Na última terça-feira (08/01), Portugal obteve a aprovação de Bruxelas para a criação de novas centrais de biomassa, como medida para a prevenção de incêndios. Contudo, os operadores do setor são críticos em relação a esta iniciativa: acusam dificuldades na obtenção da matéria-prima pelas centrais já existentes, uma pressão confirmada pelo instituto especializado Centro de Biomassa para a Energia. Isto apesar de existirem algumas zonas do país onde a nova atividade possa vir a ter espaço, de acordo com estas mesmas fontes.

“Com os incêndios que ocorreram nos dois últimos anos, a quantidade de biomassa existente reduziu significativamente”, afirma o presidente da Associação dos Produtores de Energia e Biomassa (APEB), Carlos Alegria, que é tambem proprietário de três centrais, localizadas em Viseu, Oliveira de Azeméis e Fundão. “Os próprios fornecedores de biomassa (madeireiros) já comunicaram aos seus clientes dificuldades em fornecer biomassa nas quantidades em que estavam a fornecer no passado”, continua.

Da parte da indústria da madeira, uma empresa de média dimensão que abastece três centrais, a Ponte Florestal, confirmou ao Negócios a dificuldade em obter biomassa. “No próximo meio ano, a redução poderá atingir entre 30 a 40%, mas 30% seguramente, na região centro”, a zona onde se localizam as centrais que a ponte florestal fornece, assegura António Paiva, o responsável pela empresa. Acrescenta que a situação de escassez se poderá agravar se o ICNF não agilizar a replantação dos terrenos ardidos.

A recente escassez da matéria necessária ao funcionamento das centrais acresce o recente surgimento de novos operadores no mercado. No último ano e meio, novas centrais surgiram no Fundão, Viseu, Famalicão, Figueira da Foz e Porto Mós. “No fim deste ano devem estar todas operacionais”, aponta Carlos Alegria. Juntas, representam um acréscimo de 110 megawatts de produção, o que implica que, por ano, sejam necessárias 1,2 milhões de toneladas de biomassa extra, de acordo com a APEB. Num todo, o setor “vai precisar qualquer coisa como entre 5 a 6 milhões de toneladas por ano, o que começa a ser difícil de encontrar”, diz o presidente da associação.

 

 

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