Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Rússia adia inspeção de abatedouros brasileiros

Em nota conjunta, os ministérios de Relações Exteriores e da Agricultura afirmam que “tomaram nota do adiamento”, e que a Rússia alegou “necessidade de contar com informações técnicas adicionais”

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Rússia adia inspeção de abatedouros brasileiros

A Rússia adiou, por prazo indeterminado, o envio de uma comissão de veterinários para inspecionar abatedouros brasileiros interessados em exportar carne bovina e suína para o país europeu.

O país voltou a comprar carne brasileira no fim do ano passado após 1 ano de embargo motivado pela presença de um aditivo chamado ractopamina nos rebanhos (leia mais abaixo). O envio dos veterinários poderia ampliar as exportações.

Na sexta-feira (12), reportagem da revista “Época” afirmou que o Ministério da Agricultura foi informado de possíveis retaliações às exportações brasileiras.

Essas medidas seriam uma resposta a declarações do ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo. No fim de março, ele criticou o apoio da Rússia ao governo de Nicolás Maduro na Venezuela.

Em nota conjunta, os ministérios de Relações Exteriores e da Agricultura afirmam que “tomaram nota do adiamento”, e que a Rússia alegou “necessidade de contar com informações técnicas adicionais”. Esse pedido não foi detalhado pelos ministérios.

“Em nenhum momento, autoridades russas atribuíram a suspensão da missão a questões relacionadas à política externa brasileira”, afirma a nota. O Secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, José Guilherme Leal, viajará à Rússia prestar os esclarecimentos pedidos.

Um ano de embargo

O embargo russo às importações de carne de boi e porco afetou 48 frigoríficos brasileiros, incluindo algumas das maiores empresas do setor. O centro da polêmica foi a rictopamina, aditivo que altera o metabolismo dos animais e diminui a gordura nos cortes de carne.

No Brasil, a rictopamina é permitida na criação suína e proibida nos bovinos. Na Rússia, é proibida na ração dos dois tipos de rebanho. No comunicado sobre o embargo, o governo russo disse que o aditivo foi identificado em amostras analisadas.

As restrições começaram a ser retiradas em novembro de 2018 e, em três meses, nove abatedouros foram recertificados. Entre janeiro e março, segundo o site do Ministério da Economia, o Brasil exportou cerca de US$ 85 milhões em carne bovina e suína à Rússia.

Nos 11 primeiros meses de 2017, antes de o embargo entrar em vigor, o volume exportado desses produtos foi de US$ 1,138 bilhão – cerca de US$ 100 milhões mensais.

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