Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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DESTAQUES – As projeções do Cepea para frango, suíno e ovos em 2021

Um resumo das principais notícias dos portais Avicultura Industrial e Suinocultura Industrial
 

DESTAQUES – As projeções do Cepea para frango, suíno e ovos em 2021

A economia brasileira deve iniciar uma recuperação gradual em 2021, o que pode favorecer o consumo de ovos, que têm preços mais baixos frente aos das demais proteínas. Além disso, a possível redução dos efeitos da pandemia da covid 19 deve permitir o retorno das aulas de forma presencial bem como de outros eventos, o que deve favorecer o consumo. A avaliação é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, que publicou relatório nesta semana com suas perspectivas para 2021.

A produção brasileira de ovos pode aumentar 5% frente ao projetado para 2020, passando para 56,2 bilhões de unidades, podendo alcançar um consumo de 265 unidades per capita durante o ano, 6% a mais do que o previsto para 2020. Por outro lado, os custos de produção devem continuar sendo um grande entrave ao setor em 2021. |||

O frango também deve ser favorecido em 2021, aponta o Cepea. A competitividade da carne de frango bateu recorde no ano passado, e, para 2021, a expectativa é de que a diferença entre os preços da proteína avícola e os das carcaças bovina e suína continue elevada.  Para os pesquisadores, a retomada do crescimento econômico tende a ocorrer de forma gradual, e, com isso, o poder de compra dos consumidores deve continuar enfraquecido, o que, por sua vez, pode favorecer as vendas de carne de origem avícola.

Quanto às vendas externas, apesar do empenho da China (maior comprador da carne brasileira) em aumentar a produção interna de frango, em 2021, as exportações brasileiras para esse destino devem continuar crescentes. Além disso, espera-se que outros países também elevem as aquisições, como é o caso do Japão, terceiro maior parceiro comercial do Brasil nesse segmento, que irá sediar os Jogos Olímpicos em 2021. |||

Apesar dos reveses provocados pela pandemia de covid-19, a suinocultura brasileira encerrou o ano de 2020 com preços, abate e embarques recordes. Para 2021, a expectativa é de que, mesmo com o custo de produção elevado, o balanço positivo se repita. A demanda externa por carne suína deve continuar firme, sustentada pelas compras chinesas, ao passo que a procura interna deve ser favorecida pela possível retomada econômica.

Dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) indicam que a produção brasileira de carne suína pode aumentar 3,5% em 2021 frente ao projetado para 2020, passando para quase 4,4 milhões de toneladas. Esse crescimento é similar ao apontado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que estima alta de 3,6% na produção brasileira, totalizando 4,1 milhões de toneladas.

Do lado da demanda, a ABPA estima elevação das exportações em torno de 10% de 2020 para 2021, ao passo que os números apontados pelo USDA indicam aumento bem mais conservador, de 4,2%. Além da continuidade do bom ritmo de embarques para a China, há, ainda, a expectativa de incremento nas vendas a outros destinos, especialmente na Ásia.

No entanto, apesar de a comercialização com os chineses continuar aquecida, o país asiático já sinaliza a retomada gradual da recomposição do rebanho de suínos, que foi dizimado pela peste Suína Africana (PSA). Esse movimento tem deixando produtores brasileiros em alerta, diante das possíveis implicações no médio e longo prazos.

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