Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,96 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,06 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,56 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,42 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.348,29 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,43 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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Caminhoneiros

Transportadores autônomos da baixada santista retomam atividades após uma semana de paralisação

“Voltamos ao trabalho. O caminhoneiro volta ao trabalho satisfeito porque foi celebrado um acordo comercial com 68 transportadoras ligadas ao porto”, disse o presidente do Sindicam

Transportadores autônomos da baixada santista retomam atividades após uma semana de paralisação

O Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam) informou que os caminhoneiros associados à entidade retomaram as atividades, deixando a paralisação nacional da categoria. “Voltamos ao trabalho. O caminhoneiro volta ao trabalho satisfeito porque foi celebrado um acordo comercial com 68 transportadoras ligadas ao porto”, disse o presidente do Sindicam, Luciano Santos, ao Broadcast Agro. A decisão foi tomada em assembleia do sindicato realizada na tarde de ontem.

Desde a segunda-feira (1) da semana passada, transportadores autônomos da Baixada Santista interromperam as atividades em meio à paralisação nacional da categoria e realizavam manifestações próximas ao porto. Esta movimentação foi a única do movimento nacional que se estendeu até esta semana. Também foram os únicos atos que afetaram, de alguma forma, a operação logística do entorno.

A Autoridade Portuária de Santos (SPA), que administra o Porto de Santos, informou que o complexo portuário não parou de operar durante a manifestação. “O acesso ao Porto de Santos fluiu normalmente durante esse período, sem retenção ao tráfego nem concentração de caminhões parados”, disse a SPA, em nota divulgada à imprensa. Entretanto, durante quatro dias cerca de 20% dos navios atracados no porto operaram em menor escala, com alguma restrição, em virtude da paralisação dos autônomos. A descarga direta – descarregamento da carga do navio diretamente nos caminhões – havia sido interrompida, porque utiliza os veículos de carga da região, que aderiram à greve nacional. Estas atividades que tiveram alguma interferência estão sendo retomadas desde a sexta-feira, segundo a SPA.

Segundo a SPA, os autônomos representam aproximadamente 30% dos caminhoneiros que atuam no Porto de Santos. “As forças de segurança realizaram escoltas de caminhões na saída, na chegada e dentro do Porto para evitar atos de vandalismo e garantir a segurança dos que não aderiram à greve”, acrescentou a administradora do complexo portuário de Santos.

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