Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Caminhoneiros

Transportadores autônomos da baixada santista retomam atividades após uma semana de paralisação

“Voltamos ao trabalho. O caminhoneiro volta ao trabalho satisfeito porque foi celebrado um acordo comercial com 68 transportadoras ligadas ao porto”, disse o presidente do Sindicam

Transportadores autônomos da baixada santista retomam atividades após uma semana de paralisação

O Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam) informou que os caminhoneiros associados à entidade retomaram as atividades, deixando a paralisação nacional da categoria. “Voltamos ao trabalho. O caminhoneiro volta ao trabalho satisfeito porque foi celebrado um acordo comercial com 68 transportadoras ligadas ao porto”, disse o presidente do Sindicam, Luciano Santos, ao Broadcast Agro. A decisão foi tomada em assembleia do sindicato realizada na tarde de ontem.

Desde a segunda-feira (1) da semana passada, transportadores autônomos da Baixada Santista interromperam as atividades em meio à paralisação nacional da categoria e realizavam manifestações próximas ao porto. Esta movimentação foi a única do movimento nacional que se estendeu até esta semana. Também foram os únicos atos que afetaram, de alguma forma, a operação logística do entorno.

A Autoridade Portuária de Santos (SPA), que administra o Porto de Santos, informou que o complexo portuário não parou de operar durante a manifestação. “O acesso ao Porto de Santos fluiu normalmente durante esse período, sem retenção ao tráfego nem concentração de caminhões parados”, disse a SPA, em nota divulgada à imprensa. Entretanto, durante quatro dias cerca de 20% dos navios atracados no porto operaram em menor escala, com alguma restrição, em virtude da paralisação dos autônomos. A descarga direta – descarregamento da carga do navio diretamente nos caminhões – havia sido interrompida, porque utiliza os veículos de carga da região, que aderiram à greve nacional. Estas atividades que tiveram alguma interferência estão sendo retomadas desde a sexta-feira, segundo a SPA.

Segundo a SPA, os autônomos representam aproximadamente 30% dos caminhoneiros que atuam no Porto de Santos. “As forças de segurança realizaram escoltas de caminhões na saída, na chegada e dentro do Porto para evitar atos de vandalismo e garantir a segurança dos que não aderiram à greve”, acrescentou a administradora do complexo portuário de Santos.

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