Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,34 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,62 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,24 / kg
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Suíno - Estadual RSR$ 5,34 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 156,60 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 156,52 / cx
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 148,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,80 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,23 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.342,19 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.235,52 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 177,39 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 153,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 165,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 179,88 / cx
Revista

APC’s: um caminho sem volta para o fim

As restrições ao uso de antimicrobianos como aditivos dentro da produção animal tem crescido em todo o mundo, impulsionado principalmente pelo risco de desenvolvimento de bactérias multirresistentes e perda de eficácia das atuais moléculas em uso

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APC’s: um caminho sem volta para o fim

Os sistemas de produção animal vivem uma nova realidade, que a cada dia se consolida ainda mais. O uso dos chamados Antibióticos Promotores de Crescimento (APC’s), também conhecidos como Aditivos Melhoradores de Desempenho, está cada vez mais restrito.

Por vários anos se discutiu o processo de retirada ou banimento total destas moléculas e seus impactos para a produção animal. Havia correntes que indicavam não ser possível produzir com alta produtividade sem a inclusão dos APC’s nas formulações de rações, enquanto outras apontavam a necessidade de banimento total destas moléculas.

O fato é que a atividade produtiva passou a ter um desafio a superar. Esses aditivos mantinham dentro de determinado controle a proliferação e presença de agentes patogênicos nas granjas, possibilitando ao animal uma melhor performance produtiva.

No entanto, o uso contínuo – e em algumas situações fora das limitações técnicas recomendadas – ampliavam o risco de desenvolvimento de bactérias multirresistentes. Além disso, os menores investimentos em pesquisa nessa área pelos laboratórios levou a pouquíssimas – ou quase nenhuma – descoberta de uma nova molécula antimicrobiana, sendo essencial preservar a eficácia das já existentes. Muitas moléculas são de uso comum em saúde humana e animal, e foram proibidas em sistemas de criação intensiva.

Embora ainda com moléculas em uso como aditivo, o caminho parece estar cada vez mais consolidado para a utilização somente em aplicações com fins terapêuticos.

“Essa tendência de redução, ou até mesmo a proibição geral, das moléculas permitidas para utilização na nutrição animal é algo que não se discute mais “se” ocorrerá, mas sim quando”, afirma Caroline Facchi, mestre em Sanidade e Produção Animal e Doutoranda em Ciência Animal, na linha de nutrição de monogástricos, atualmente pesquisadora na área de Pesquisa & Desenvolvimento da BTA Aditivos.

Segundo a especialista, observa-se no restante do mundo políticas cada vez mais restritivas para este componente da dieta, que ocorre não somente para APCs, mas, mais recentemente, também com o óxido de zinco para suíno na Europa.

“Toda essa demanda vem para reduzir a chance do surgimento de bactérias resistentes aos antibióticos, se conectando com o conceito de One Health, ou seja, que não conseguimos dissociar o controle sanitário e saúde dos animais da saúde humana”, reforça Caroline.

Leia a matéria completa na edição 306 da revista Suinocultura Industrial

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