‘Cashback’ é alternativa a inclusão de carnes na Cesta Básica, afirma Fernando Haddad

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, propôs que um aumento no “cashback” para quem não pode pagar pela carne seria uma alternativa eficaz à inclusão da proteína animal na cesta básica nacional.
Segundo Haddad, desonerar a carne teria um impacto de 0,53 a 0,57 ponto percentual na alíquota padrão do IVA, conforme cálculos da Receita Federal e do Banco Mundial. O IVA está sendo proposto para unificar cinco tributos diferentes.
Polêmica e Discussões
Leia também no Agrimídia:
- •Exportação de frango cresce 29,9% em julho e receita suína recua 5,6%
- •Brasil diversifica destinos de proteína enquanto Europa enfrenta novo foco de PSA
- •El Niño ‘forte a muito forte’ ameaça produtividade da safra 2026/2027, alerta secretário do MAPA
- •Minerva Foods registra alta de 13% nas exportações e fatura US$ 5,1 bilhões
A proposta de incluir a carne na cesta básica tem gerado controvérsia, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a favor e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), contra. Haddad afirmou que a questão ainda está em negociação e que “quanto menos exceções, melhor” para a reforma tributária.
Avanço da Reforma Tributária
Haddad destacou a importância da reforma tributária para a economia e mencionou que o Congresso Nacional está bem informado sobre o processo. Ele enfatizou a necessidade de votar o projeto ainda esta semana para alcançar uma votação expressiva.
Renegociação das Dívidas dos Estados
Sobre a proposta de renegociação das dívidas dos estados com a União, Haddad informou que ainda não leu o texto enviado pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), mas destacou a importância de um impacto primário positivo nas contas federais.
A proposta de “cashback” para carnes destaca os esforços do governo em balancear questões fiscais com as necessidades da população dentro da reforma tributária.






















