Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Legislação

Agricultores da África do Sul temem expropriação de terras

A nova Lei de Expropriação da África do Sul, sancionada em 23 de janeiro de 2025 pelo presidente Cyril Ramaphosa, tem como objetivo promover a distribuição equitativa de terras. No…
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Agricultores da África do Sul temem expropriação de terras

A nova Lei de Expropriação da África do Sul, sancionada em 23 de janeiro de 2025 pelo presidente Cyril Ramaphosa, tem como objetivo promover a distribuição equitativa de terras. No entanto, a lei gerou grande preocupação entre os agricultores do país, que temem perder suas terras e meios de subsistência.

A lei permite que o governo exproprie terras privadas “no interesse público”, mediante “compensação justa e equitativa”. Em alguns casos, a expropriação pode ocorrer sem compensação. A lei determina que a expropriação não seja arbitrária e seja precedida por negociações com os proprietários.

A AgriSA, maior organização agrícola da África do Sul, expressou sérias preocupações sobre a lei, alertando para o risco aos direitos de propriedade privada e à sustentabilidade da agricultura. Agricultores temem dificuldades em acessar capital e uma possível redução na produção agrícola.

A AgriSA defende a transformação e reforma agrária, mas enfatiza que isso não deve comprometer a economia e a confiança dos investidores. A organização está disposta a utilizar todos os recursos legais para defender os direitos de propriedade.

A lei também reacendeu o debate sobre as desigualdades históricas de terras e a necessidade de reforma agrária. O partido Economic Freedom Fighters (EFF) critica a lei por considerá-la insuficiente, enquanto a Aliança Democrática (DA) entrou com uma ação judicial para que seja declarada inconstitucional.

Especialistas jurídicos oferecem diferentes perspectivas sobre a lei. Alguns temem que ela conceda poderes excessivos ao governo e prejudique o crescimento econômico, enquanto outros afirmam que a expropriação sem compensação é limitada a casos específicos e que os tribunais garantirão a justiça.

O impacto real da Lei de Expropriação ainda é incerto, mas o debate acalorado que a envolve demonstra a complexidade da questão da reforma agrária na África do Sul.

Fonte: Poultry Wolrd

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