Galinha Feliz

Como o manejo do bem-estar animal vem se aprimorando para garantir o conforto das criações intensivas de frangos
Nos últimos anos, o assunto bem-estar animal é um dos mais comentados e estudados tanto pela comunidade científica como pelo consumidor. Placas de vendas de ovos chamam atenção com o letreiro: “Ovos de galinha feliz” que, por experiência desta consumidora que aqui escreve, são os primeiros a esgotar na feira livre que frequento. Marketing de vendas (que funciona com quem leva o produto para casa) à parte, o que vemos é uma tendência de estudos que vão desde avaliar as melhores condições até a análise dos cacarejos para “sentir” como se “sentem” os animais.
De acordo com um estudo liderado pela Universidade de Queensland, publicado na revista Royal Society Open Science, humanos conseguem perceber se as galinhas estão “felizes” ou “tristes” apenas pelo som de seus cacarejos. O professor Joerg Henning, da Escola de Medicina Veterinária da UQ, afirmou que os pesquisadores investigaram se os humanos poderiam identificar corretamente o contexto dos sons feitos por galinhas domésticas, a espécie mais comum na criação em todo o mundo. “Neste estudo, utilizamos gravações de galinhas vocalizando em diversas situações de um experimento anterior”, informa..
Leia também no Agrimídia:
- •Governo e setor dizem que exportações seguem até setembro e reforçam adequação às exigências da União Europeia
- •União Europeia retira Brasil de lista de exportação de produtos de origem animal
- •Pará confirma caso isolado de gripe aviária no Marajó
- •França e Polônia registram novos casos de gripe aviária
Ele explica que, “dois chamados foram produzidos em antecipação a uma recompensa, que chamamos de ‘chamado de comida’ e ‘cacarejo rápido’. Outros dois tipos de chamados foram produzidos em contextos sem recompensa, como quando a comida era retida, que chamamos de ‘gemido’ e ‘gakel’”.
Leia mais.























