Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,81 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,41 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,97 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,75 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,27 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,18 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,47 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 156,60 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 157,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 177,34 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 148,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,80 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,36 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.329,31 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.227,27 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 180,12 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,51 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 165,67 / cx
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Biosseguridade como garantia de produtividade, por Masaio Mizuno Ishizuka

Descubra a importância da biosseguridade como garantia de produtividade no contexto de granjas integradas e cooperativas

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Biosseguridade como garantia de produtividade, por Masaio Mizuno Ishizuka

A biosseguridade e a produção devem caminhar juntas de forma indissociável nos sistemas de criação animal. Em um modelo ideal, a proteção sanitária é requisito essencial para garantir o ambiente produtivo, enquanto o desempenho do lote depende diretamente da sua sanidade. Na perspectiva da Qualidade Total, a biosseguridade é parte fundamental da produtividade, e não um fator secundário.

Nas granjas integradas e cooperativas, essa conexão entre as áreas de biosseguridade e produção precisa ser efetiva. Embora indicadores como conversão alimentar, ganho de peso e rendimento de carcaça sejam, historicamente, os principais parâmetros de desempenho, a busca por resultados rápidos não pode comprometer a sanidade do plantel. Produtores e extensionistas devem encarar a saúde dos animais como investimento e adotar protocolos sanitários com entendimento epidemiológico, transformando a biosseguridade em uma verdadeira cultura, integrada à cadeia de valor, e não apenas em um conjunto de regras.

Na prática, essa integração se reflete em ações conjuntas, como a participação dos gerentes de produção na análise de riscos sanitários, a avaliação de extensionistas pela conformidade das condições de sanidade e o investimento contínuo em monitoramento, vigilância e investigação epidemiológica. A comunicação entre os setores também é determinante: ao introduzir cama nova no galpão, por exemplo, é necessário verificar a origem e o processo de descontaminação; surtos de doenças em lotes vacinados devem gerar ajustes de manejo; e problemas subclínicos, como a disbiose, precisam ser investigados para identificar impactos no microbioma e no desempenho.

Empresas mais modernas têm demonstrado bons resultados ao adotar práticas integradas. Nessas organizações, a produção compreende que “sanidade é desempenho” e envolve a área de biosseguridade no planejamento técnico das granjas. Além disso, a modelagem preditiva é utilizada para correlacionar eventos sanitários e produtivos, antecipando falhas e identificando oportunidades de melhoria com base em dados históricos, modelos estatísticos e algoritmos. Outro avanço importante é a integração de informações de sanidade e produção em dashboards comuns, reunindo indicadores e métricas em um único painel visual.

Fortalecer essa comunicação e integração é um desafio e, ao mesmo tempo, uma oportunidade para os sistemas de produção animal, especialmente na avicultura e suinocultura. Embora protocolos já existam, é possível avançar para uma abordagem mais estratégica, sustentada por indicadores, análise preditiva e pela consolidação de uma cultura de qualidade que una biosseguridade e produtividade.

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