Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 71,06 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,68 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,78 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,40 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 148,07 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,52 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,54 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,52 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.359,38 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Infraestrutura

BB terá R$ 180 bilhões para infraestrutura

Dono da maior carteira de crédito entre os bancos brasileiros, com 21% de participação no total, o Banco do Brasil (BB) pretende avançar no financiamento de projetos de Infraestrutura em 2014.

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BB terá R$ 180 bilhões para infraestrutura

Dono da maior carteira de crédito entre os bancos brasileiros, com 21% de participação no total, o Banco do Brasil (BB) pretende avançar no financiamento de projetos de Infraestrutura em 2014. O banco teria R$ 180 bilhões para alavancar sua carteira de crédito, segundo projeções de mercado.

Este aumento seria possível com a utilização de uma folga em sua estrutura de capital O banco tem hoje mais capital do que o “colchão” exigido pelas regras internacionais do acordo Basiléia III (que define a relação entre empréstimos e capital que um banco deve ter). Hoje, este “colchão” do Banco do Brasil é de 15,9% e pode ser reduzido para 13%.

Estes recursos reforçarão os planos do banco para apoiar empresas e projetos nas áreas de Petróleo e gás, energia, rodo: vias, ferrovias, portos, aeroportos e mobilidade urbana. “Vamos fazer sem comprometer nível de capital exigido”, disse o vice-presidente de Atacado e Negócios Internacionais do BB, Paulo Caffarelli, ao Estado.

O Banco Central exige hoje : um “colchão” de 11% – Basiléia prevê 8%, mas elevará esse índice a 13% até 2019.

Caffarelli informa que o banco centrará esforços nas principais frentes de atuação no mercado corporativo. Desde atividades de assessoria financeira (“advisor”), passando pela estruturação de projetos e o auxílio a companhias no mercado de dívida privada via emissão de debêntures, até operações de participação acionária em empresas (“private equity”).

Fatia de mercado. O banco costura, ainda, um Fundo de Investimento em Participações (FIP) ao redor de R$ 15 bilhões com outros parceiros para ampliar as apostas na Infraestrutura. Caffarelli calcula em R$ 1,5 trilhão o volume de recursos dos programas federais na área até 2018. 0 BB quer uma fatia de 10% desse mercado nascente e trabalha para elevar sua carteira de Infraestrutura dos atuais R$ 94 bilhões a R$ 150 bilhões nos próximos cinco anos. “Só em Petróleo e gás serão R$ 311,5 bilhões em navios, sondas, plataformas e estaleiros”, diz. Em energia, o BB projeta um mercado de R$ 100 bilhões. Em aeroportos, serão R$ 20 bilhões. Rodovias e ferrovias demandarão R$ 62 bilhões.

Além disso, a subsidiária BB Banco de Investimentos dedica-se a estruturar um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (Fidc), cujas cotas são vendidas aos chamados investidores qualificados, para entrar nos consórcios vencedores dos leilões das concessões de rodo; vias, ferrovias e aeroportos.

Os leilões das BRs 163 e 040, marcados pelo governo para este ano, devem contar com participação efetiva do BB por meio de financiamento em conjunto com outros bancos. O tema tem sido debatido à exaustão com governo e bancos privados.

A intensa movimentação do BB na área de Infraestrutura tem como objetivo aumentar a participação dos investimentos realizados por seus clientes Pessoas Jurídicas. Hoje, 26% da carteira de pessoas jurídicas, que somou R$ 300 bilhões em junho, é dedicada a investimentos. Ainda predominam os financiamentos ao capital de giro, com 29% do total. “Essa relação vai mudar muito rapidamente nos próximos anos. Teremos os investimentos como carro-chefe dessa carteira”, prevê Caffarelli.

Financiamento

15 bilhões

de reais é o volume de recursos do Fundo de Investimento em Participações (FIP) em fase de estruturação pelo BB

10%

é a fatia de mercado que o BB quer em crédito à Infraestrutura

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