Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 71,06 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,68 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,78 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,40 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 148,07 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,52 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,54 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,52 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.359,38 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Economia

IPC-S sobe 0,55% na quarta quadrissemana de outubro, indica FGV

Com o resultado, o IPC-S acumula alta de 4,20%, no ano e, 5,36%, nos últimos 12 meses.

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O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) acelerou para alta de 0,55% na quarta quadrissemana de outubro, ante 0,49% na terceira semana do mês, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV). No fechamento de setembro, o indicador subiu 0,30%.

Com o resultado, o IPC-S acumula alta de 4,20%, no ano e, 5,36%, nos últimos 12 meses. O índice mede a inflação semanal em sete capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre e Brasília.

Seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram taxas mais altas. A maior contribuição partiu do grupo alimentação, que acelerou de alta de 0,79% para avanço de 0,93% da terceira para a quarta semana de outubro, puxado por hortaliças e legumes, que saíram de queda de 4,34% para alta de 0,91%.

Os outros cinco grupos com taxas maiores são saúde e cuidados pessoais (0,43% para 0,57%), despesas diversas (0,14% para 0,25%), comunicação (0,38% para 0,47%), habitação (0,57% para 0,58%) e educação, leitura e recreação (0,49% para 0,50%). Para cada uma dessas classes de despesa, a FGV destaca o comportamento dos itens: medicamentos em geral (0,08% para 0,27%), alimentos para animais domésticos (0,90% para 1,89%), tarifa de telefone móvel (0,82% para 1,10%), aluguel residencial (0,77% para 0,80%) e show musical (0,78% para 1,47%), respectivamente.

Transportes (0,02% para recuo de 0,01%) e vestuário (0,75% para 0,72%) foram os únicos grupos a ter taxas menores na quarta semana, por conta de serviços de oficina (1,04% para 0,51%) e calçados (0,43% para 0,23%), nesta ordem.

Pesos individuais – Individualmente, os itens que mais contribuíram para acelerar a inflação ao consumidor foram o tomate (de 15,82% na terceira semana para alta 24,76% na quarta), aluguel residencial (0,77% para 0,80%) e tangerina (de 22,19% para 34,80%).

Na outra ponta, as maiores quedas ocorreram em leite longa vida (queda de 1,60% para queda de 1,80%) e mamão papaya (baixa de 2,31% para baixa de 10,69%). Embora com deflação menor, gasolina (diminuição de 0,70% para diminuição de 0,63%), cebola (retração de 21,57% para retração de 17,40%) e manga (deflação de 23,70% para deflação de 20,51%) também contribuíram para amenizar a alta do IPC-S.

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