Porém, não descarta um 2003 difícil em virtude das condições adversas da economia.
Setor de alimentos está otimista com Lula
Da Redação 29/10/2002 – Os empresários do setor de alimentos estão otimistas com o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, mas mantêm os pés bem firmes no chão. Acreditam num aumento do consumo, mas sabem que ele não virá no curto prazo, até porque as condições adversas da economia continuarão a existir em 2003. Passada a turbulência, há quem aposte no “efeito frango”, como ficou conhecida a maior procura por produtos básicos nos primeiros anos do Real. Alguns empresários acreditam que as mudanças virão em 2004, na área de exportação, independente do governo, mas pela própria conjuntura econômica e política mundial. O diretor de Marketing da Sadia, Gilberto Xandó, concorda. “A exportação será a saída”. Comedido, ele prevê um primeiro semestre de 2003 instável. O diretor de marketing da concorrente Perdigão, Antonio Zambelli, é um pouco mais otimista sobre 2003. “Deverá ser um bom ano, mas no momento as empresas estão em posição de estátua”, compara.
Leia também no Agrimídia:
- •Poder de compra do avicultor em São Paulo reage em abril após queda no milho e farelo de soja
- •Suíno vivo acumula queda histórica de 32,8% em 2026 e atinge menor patamar da série iniciada em 2002
- •Vigilância sanitária comprova ausência de Influenza Aviária e Newcastle no Tocantins
- •Argentina é declarada livre de Influenza Aviária H5N1 após controle de foco





















