Dirigente argentino critica as importações de carne suína e deixa claro seu posicionamento com relação ao Brasil.
Argentina ainda é problema
Segundo a matéria, em fevereiro último as compras externas aumentaram 40 vezes em volume, tendo ingressado na Argentina um total de 3100 toneladas de carne suína congelada, por um valor superior a três milhões de dólares.
Até aí, nenhum problema. Acontece que a mesma matéria enfoca o depoimento do presidente da Associação Argentina de Produtores de Suínos (AAPP), Juan Luís Uccelli, que deixa transparecer que tal realidade é decorrente de uma concorrência não muito bem vista do mercado brasileiro.
Leia também no Agrimídia:
- •Transplante inédito combina fígado e rins de porco em humano em estudo experimental na China
- •China reconhece Brasil como território livre de febre aftosa
- •Bolsa paulista registra queda de mais de 21% nos preços médios em 2026
- •Suinocultura em Minas Gerais expõe custos elevados e pressão sobre a produção
Suínos brasileiros não estão sendo bem vistos na Argentina. Os produtores locais de leitões afirmam que o território argentino está sendo invadido pelos similares provenientes do Brasil, e exigem medidas que impeçam o que definem como o eventual desaparecimento do setor na Argentina. Segundo a Associação Argentina de Produtores de Suínos (AAPP), o acelerado crescimento das importações de carne suína congelada coloca em risco a continuidade e o crescimento do setor.
O conflito que ameaça despontar entre o Brasil e a Argentina não é novo. Na verdade, seria a Terceira Guerra do Porco, já que desde 1995 os dois países confrontaram-se em duas ocasiões anteriores sobre o comércio da carne suína. (do Diário da Manhã/GO)























