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Aposta na carne suína processada

Exportadores brasileiros de carne suína investem nos produtos processados e cozidos para chegar a mercados que ainda não compram a carne in natura nacional, como o Japão, UE e EUA.

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Redação SI 30/03/2005 – Os exportadores brasileiros de carne suína apostam nos produtos processados e cozidos para chegar a mercados que ainda não compram a carne suína in natura nacional, como o Japão, União Européia e Estados Unidos. “Vamos trabalhar a carne processada para esses mercados. Isso pode servir de início para que possamos entrar depois com o produto in natura”, disse Pedro de Camargo Neto, presidente da Abipecs (associação que reúne os exportadores).

O processo está mais avançado em relação ao mercado japonês. Segundo Camargo Neto, a Sadia já foi habilitada para exportar carne suína processada ao país, e uma missão veterinária japonesa virá ao Brasil certificar outros frigoríficos. Com os americanos, o tema deve ser tratado na próxima reunião do Comitê Consultivo Agrícola Brasil-Estados Unidos. O governo brasileiro também já manifestou à UE que deseja exportar carne suína processada e cozida para o mercado europeu. Japão, UE e Estados Unidos não compram carne suína in natura do Brasil por questões sanitárias. O Japão, por exemplo, não aceita o critério brasileiro de regionalização para a aftosa.

Para Rui Vargas, assessor para assuntos da área veterinária contratado pela Abipecs, a venda de itens processados – como bacon e presunto, por exemplo – para esses mercados pode ser uma forma de conquistar a sua confiança.

A estratégia para tentar abrir novos mercados visa reduzir a dependência das importações da Rússia, que em 2004 respondeu por 57% das vendas brasileiras de carne suína. No total, os embarques somaram 508 mil toneladas. Nos primeiros dois meses deste ano, apesar do embargo russo, a Rússia importou 42.337 toneladas, mas da metade do total 80.150 toneladas embarcadas.

A Abipecs, que prevê a exportação de 550 mil toneladas este ano, avalia que os suinocultores registram atualmente a melhor rentabilidade já vista. “2004 foi o melhor ano para a suinocultura”, atestou Pedro Benur, do conselho de administração da Abipecs.

Segundo Jurandi Machado, diretor de mercado interno da Abipecs, os suinocultores do Sul estão com margens entre R$ 1,15 e R$ 1,20 por quilo de suíno vivo num momento em que as integrações pagam R$ 2,45 por quilo vivo.

Esse quadro de maior rentabilidade se deve à redução da produção em função dos baixos preços registrados entre 2002 e 2003. Em 2002, a produção brasileira de carne suína ficou em 2,872 milhões de toneladas, caiu para 2,698 milhões em 2003 e para 2,679 milhões ano passado. A projeção para 2005 é de um aumento de 3,31%, para 2,767 milhões de toneladas. Segundo Machado, o crescimento está relacionado ao incremento da produtividade e à reforma de instalações e não a novos investimentos no setor.

Ele não acredita que a maior oferta possa levar a uma queda de preços tal, que prejudique a rentabilidade. Isso porque a maior oferta deve ser sentida no segundo semestre, quando normalmente cresce a demanda por carne suína.

Ele reconheceu que a alta dos grãos por causa da seca é uma preocupação, mas disse que mesmo se a saca de milho chegar a R$ 25, a atividade será lucrativa.

A oferta de milho preocupa por isso associações de produtores do Sul estão pedindo autorização à CTNBIo – Comissão Técnica Nacional de Biossegurança para importar milho argentino, segundo Benur.

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