Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Resultados da missão ao México dividem opiniões

Os resultados da missão comercial do Ministério da Agricultura ao México dividiram as opiniões de empresários envolvidos nas negociações.

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Redação (09/08/07) – Comemorada ontem pelo ministro Reinhold Stephanes, a visita agradou aos exportadores de lácteos, mas não chegou a entusiasmar produtores de carne suína, arroz e soja. No próprio governo, havia quem esperasse voltar com acordos concretos e imediatos "no bolso" para lácteos e frangos. 

Classificado como um "mercado difícil" em razão do lobby protecionista de industriais e produtores locais, o México importa US$ 18 bilhões em produtos agropecuários. Mas resiste em abrir espaço aos produtos do Brasil, mais baratos e competitivos. As negociações sobre sanidade animal e vegetal, por exemplo, se arrastam desde 1996. Pesam ainda as facilidades do acordo comercial do México com Estados Unidos e Canadá no âmbito do Nafta, o que reduz esse mercado a US$ 6 bilhões aos países excluídos do bloco. Dessa fatia, o Brasil detém apenas US$ 270 milhões, ou 4,5% do total. 

Mas é justamente a participação mexicana no Nafta que aguça o apetite de produtores brasileiros. O país pode ser a ponte para EUA e Canadá, sobretudo em questões sanitárias e fitossanitárias, onde poderia influenciar o tratamento dado ao Brasil. 

Na área animal, o governo mexicano ainda não reconhece como livres de doenças países ou áreas onde se pratica a vacinação. Mas admite a importação com base em análises de risco, como faz com lácteos. Por isso, os exportadores de suínos reivindicam a habilitação de Santa Catarina, reconhecida livre de aftosa sem vacinação pela OIE desde maio. Mesmo assim, não houve acordo imediato. "E pelo jeito vai demorar até convencer os mexicanos", diz o deputado Odacir Zonta (PP-SC). "Já fizemos apelos a vários países, mas dependemos das missões veterinárias". 

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