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Suinocultura

Expectativa de valorização

Mercado brasileiro de suínos teve semana de preços em oscilação. Demanda deve ser aquecida na segunda quinzena por conta das compras de final de ano.

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O mercado brasileiro de suínos teve uma semana calma em negócios e de preços em oscilação. Nas praças onde a demanda foi mais significativa, os preços se sustentaram e até ganharam valorização, mas também houve declínio.
Em São Paulo, a arroba foi cotada a R$ 47,00 na última quinta-feira (12/11), CIF Frigorífico, para pagamento em 28 dias, contra R$ 44,00 da semana anterior. A Bolsa de Suínos do Estado confirmou negócios a R$47/48,00 arroba, o equivalente a R$ 2,51 e R$ 2,56 quilo vivo.

No Paraná, o quilo do suíno foi cotado a R$ 2,20 na região oeste, patamar que repete a semana anterior. Em Arapoti, o quilo vivo foi cotado a R$ 2,18 contra R$ 2,17 da última semana. Em Santa Catarina, preços ficaram em R$ 1,95 na integração. Já o mercado independente praticou R$ 2,10 contra R$ 2,20 da última semana. Em Mato Grosso, mercado a R$ 2,15 quilo vivo em Rondonópolis, contra R$ 2,22 da quinta-feira anterior. Considerando os oitos estados pesquisados por Safras & Mercado, o suíno foi cotado a R$ 2,20 de média/quilo vivo, contra R$ 2,18 da semana anterior.

“O mercado de modo geral esteve fraco”, comenta Fernando Iglesias, observando que a expectativa, no entanto, é de uma demanda mais aquecida a partir da segunda quinzena diante da proximidade das festas de final de ano. O destaque de mercado na semana, segundo o analista, fica com Santa Catarina, em função de investimentos no setor, que já refletem em produtividade.

Também teve destaque essa semana o balanço da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), para as exportações de carne suína de outubro. O volume exportado ficou em 63,03 mil toneladas, crescimento de 34,31%, mas caiu 9,67% em valor. No acumulado do ano, o Brasil exportou 511,76 mil toneladas, aumento de 8,68% em relação a igual período de 2008. A receita atinge US$ 1,02 bilhão, redução de 23,20%. Os principais destinos da carne suína brasileira são Rússia, Hong Kong, Ucrânia, Cingapura e Angola.

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