Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 65,42 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,32 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,33 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,71 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,97 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,26 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 156,16 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 164,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 182,23 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 146,82 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 169,38 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,66 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,68 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.353,53 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.295,10 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 180,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 155,32 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 159,03 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 175,60 / cx
Destaque Todas Páginas
Agronegócio

Novos destinos para o agronegócio brasileiro

Países em desenvolvimento são principais importadores do agronegócio. Diversificação foi importante para o País enfrentar a crise.

Compartilhar essa notícia

Os países da Ásia, do Oriente Médio e da África ocuparam, em 2009, espaços antes dominados pela União Europeia e pelos Estados Unidos e se consolidaram como os maiores compradores dos produtos agropecuários brasileiros. Somente os asiáticos passaram de uma participação de 23,5% em 2008 para 30,4% no ano passado, tornando-se o principal mercado de destino do país.

A União Europeia, que detinha o posto em 2008, diminuiu sua participação de 33,1% para 29,3%. O Oriente Médio, com 9%, passou o Nafta, grupo formado por Estados Unidos, México e Canadá, que tem 8,5%. A África foi responsável por 7,7% das importações.

Segundo o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, a diversificação de mercados foi importante para o País enfrentar a crise mundial e deve-se continuar trabalhando nesse sentido. “Nunca acreditei nas possibilidades da Rodada Doha [negociação no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC), que trata da liberalização do comércio mundial], então, temos que continuar neste trabalho que estamos fazendo, abrindo mercados, mostrando que temos qualidade e temos produto”, afirmou.

Individualmente, a China teve 13,8% de participação nas exportações do agronegócio brasileiro, consolidando a primeira posição, seguida pelos Países Baixos, com 7,7%, e pelos Estados Unidos, que compraram 7% do total exportado.

Segundo Stephanes, os maiores entraves para as exportações brasileiras são as questões fitossanitárias, mas, ao longo de 2009, foram sendo resolvidas com vários mercados e devem melhorar este ano com a possibilidade do país ser reconhecido como livre de febre aftosa com vacinação, ampliando o potencial de exportação de carne bovina. Ele disse que o Japão e a África do Sul são mercados com os quais o Brasil ainda tem pendências nessa área, e por isso são o foco este ano.

Apesar disso, o ministro disse que a agricultura é a que mais tem crescido em eficiência nos últimos dez anos e tem grande capacidade de competição, mesmo com o protecionismo de outros países, e quer se expandir em todos eles. “Não temos preferência por mercado. Trabalhamos com 180 países e temos que abrir cada vez mais mercados”, afirmou.

Para dar mais agilidade à resolução de questões fitossanitárias, ou outras que interfiram no comércio de produtos agropecuários, o ministro destacou que, a partir de março, a África do Sul, os Estados Unidos, a China, a Rússia, a União Europeia e o Japão terão adidos agrícolas nas embaixadas brasileiras, além de um em Genebra, para tratar diretamente com a OMC.

“Foi uma batalha de 40 anos. Há 40 anos o ministério queria ter adidos agrícolas e foi um processo seletivo muito bom. É a elite do ministério e foi uma seleção extremamente rigorosa, segundo o próprio Itamaraty”, afirmou Stephanes.

Assuntos Relacionados exportação
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 65,42
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 122,32
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 128,33
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 8,71
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,52
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,80
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,97
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 5,08
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 5,26
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 156,16
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 164,55
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 174,16
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 182,23
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 146,82
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 169,38
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,66
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,68
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.353,53
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.295,10
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 180,67
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 155,32
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 159,03
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 175,60
    cx

Relacionados

AI – 1343
SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326